Com vários dirigentes bloquistas, Alexandra Leitão, vereadora na Câmara Municipal de Lisboa vai participar num painel sobre "Que desafios se colocam à esquerda atualmente", em conjunto com a antiga eurodeputada bloquista Marisa Matias.
Também a deputada Isabel Moreira estará em Setúbal, para falar sobre os 50 anos da Constituinte com o constitucionalista Jorge Reis Novais e uma pergunta: "O que anda a direita a tramar?".
A ex-deputada do PCP Rita Rato vai participar em "Cultura, democracia e memória", em conjunto com Andreia Galvão, dirigente que em setembro vai voltar ao parlamento, desta vez para substituir Fabian Figueiredo.
A antiga coordenadora nacional do BE Mariana Mortágua vai encabeçar um debate intitulado "Iluminismo das trevas: a subversão dos tecno-oligarcas".
Os fundadores do BE Francisco Louçã, Fernando Rosas e Luís Fazenda também vão marcar presença neste evento. Louçã vai encabeçar um painel intitulado "O mundo está a ensinar as crianças a drogarem-se. O que faremos?", Rosas falará sobre "Neofascismo e contrarrevolução" e Fazenda deixa a pergunta: "Quantas vezes precisa a NATO de morrer?".
O conflito na Faixa de Gaza será abordado por Fabian Figueiredo, a eurodeputada Catarina Martins e a palestiniana Tamam Abusalama, num debate intitulado "Justiça pela Palestina - pode a UE travar o genocídio?".
À Lusa, a dirigente do BE Andreia Galvão destacou "o ataque à Segurança Social, o papel do sindicalismo na construção de uma escola pública de qualidade, e o tema das empresas tecnológicas, desde a vigilância à adição", que será abordada por Louçã, como os principais temas desta rentrée.
Segundo esta bloquista salientou que o Fórum "é também um momento de escuta com pessoas de outros quadrantes" políticos "e também de outras experiências", considerando "fundamental uma nova política de esperança e tornar a esperança normal outra vez".
Em julho, um grupo de 60 bloquistas, entre os quais o histórico da UDP Mário Tomé e o ex-deputado Pedro Soares, anunciaram a saída do BE por considerarem que o seu partido acabou e criticando o rumo dos últimos anos.
Na altura, a direção do BE lamentou esta desvinculação e considerou que as divergências com estes militantes se manifestavam "há muito", incluindo "na crítica da posição solidária do Bloco com o povo ucraniano"
Anda tudo a funcionar em circuito fechado deixando a cidadania demasiado de fora !