Por isso nao nos espanta que na semana terminada neste 05.09, , uma nova fake news sobre Lula começou a circular nos media e redes sociais
Assim os bolsonaristas Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Marcelinho Carioca candidatos ultra direitidtas espalharam que Lula desprezou a profissão de gari.
Para tal pegaram numa frase de um discurso do PR Lula em Belo Horizonte, cortaram pela metade e inverteram o sentido do que ele disse.
No trecho compartilhado por Flávio, Lula fala o seguinte: “Quando eu passo na rua e vejo aquelas pessoas que trabalham recolhendo lixo, é uma profissão muito pobre, porque não é uma profissão que dá orgulho: ‘Eu sou lixeiro’.
Lula seguindo o lixeiro tem orgulho de falar: ‘Eu sou engenheiro’, ‘eu sou médico’. Mas lixeiro é uma coisa pobre de quem não pôde estudar”.
O vídeo é interrompido e corta a parte em que Lula conclui, “Eu fico pensando se aquelas pessoas que fazem a limpeza na rua soubessem a importância do trabalho deles. Que se eles não tirarem lixo durante uma semana, as pessoas que não enxergam ele durante o dia inteiro vão passar a enxergar. A gente começa a mudar, porque o pobre é tratado como se fosse invisível. As pessoas não enxergam a maioria dos pobres”.
Dizem os media brasileiros que golpes abaixo da cintura são toleráveis numa campanha eleitoral.
Faz parte do jogo, sempre foi assim.
No entanto fabricar factos de maneira tão descarada para atacar o adversário por palavras que ele nunca disse é um nível de canalhice que está muito acima do tolerável.
É mais um absurdo que o Tribunal Superior Eleitoral certamente deixará passar. Ainda mais agora, que tem Kassio Nunes como presidente e André Mendonça como vice.