Nos furtos de máquinas industriais ou agrícolas houve uma diminuição com menos 37%, o equivalente a menos 10 registos, 27 em 2025 e 17 em 2026.
Os roubos de viaturas aumentaram 19% de 97 para 115.
Nos dados totais de 2025, a taxa de recuperação de veículos furtados ou roubados subiu para os 66%, face aos 62% alcançados em 2024, sendo esta a maior taxa desde a criação da Unidade Nacional de Investigação de Criminalidade Automóvel (ÚNICA).
"O investimento e a atenção dedicados pela PSP a este fenómeno continuam a produzir resultados", sublinha.
Considerando os crimes de furto de veículo motorizado foram 5.368, o roubo de veículo motorizado, 216 e o furto de máquinas industriais e agrícolas 48, a PSP registou 5.632 ocorrências em 2025, o que representa um aumento de 3% face às 5.449 registadas em 2024.
No que respeita ao valor dos furtos e roubos, houve uma diminuição de 16% face a 2024 e, "apesar do ligeiro aumento de ocorrências, o valor médio dos bens subtraídos foi inferior ao do ano anterior", acrescenta.
O furto de componentes de veículos, em particular volantes multifunções e consolas centrais aconteceu mais nas áreas metropolitanas do Porto 74% das ocorrências e de Lisboa 15%.
No furto de catalisadores registaram-se 465 ocorrências em 2025, concentradas sobretudo no Comando Metropolitano de Lisboa, 48%, e no Comando Distrital de Setúbal, 10%, tendo sido identificados 237 suspeitos.
A PSP recorda que como "qualquer outro tipo de criminalidade, a melhor forma de combate é a prevenção", pelo que aproveita para recomendar que quando estacionar a viatura, deve deixe-la num local bem visível, iluminado, devidamente fechada e trancada.
Não deixar objetos de valor no interior da viatura, incluindo os documentos de identificação ou da viatura, mas se tiver absoluta necessidade de os deixar, não deixar visíveis, devem ficar em compartimentos fechados e de difícil acesso.