Esta “Operação Marquês” que faz lembrar o odio racista ao mestiço Marquês de Pombal que iniciou com uma escandalosa prisao de marketing eleitoral feito no aeroporto , em 2014, a um julgamento terminado e contestado e ao reinício do julgamento, em 2025 é provo de como em alguma justiça dominam poderes religiosos obscuros que se vingam de derrotas como a que tiveram na legalização do aborto.
Agora tenta a media paparazzi entrar na lista de advogados de Socrates para o criminalizar.
E dizem que são seis os advogados que acompanharam Sócrates - quatro oficiais e dois oficiosos/3 porque há uma outra advogada oficiosa que recusou defender o antigo primeiro-ministro socialista, por "objeção de consciência" ja que foi eleita vereadora do partido Chega.
Vamos ver
João Araújo
Acompanhou Socrates desde a detenção, em 2014, quando chegou de um voo proveniente de Paris, no Aeroporto de Lisboa.
Sim Socrates nao fugiu quem provocou escandalo prcaminoso foi o juiz Alexandre…
Joao Araujo morreu em julho de 2020, durante o decurso do processo Operação Marquês, vítima de um cancro.
Sócrates assumiu-o como um "amigo", um "companheiro leal" e e um "advogado corajoso".
Pedro Delille
Com Joao Araujo estava Pedro Delille e assumiu, por isso, a defesa de José Sócrates.
Foi o seu advogado mas renunciou em novembro de 2025 alegando discordâncias com o processo.
"Repudio e recuso participar e validar, um minuto mais que seja, neste simulacro de julgamento, neste 'julgamento a brincar'", defendeu deixando o coletivo de juizes a rezar para que nao houvesse mais critics
Mas houve….
José Ramos
O tribunal nomeou José Ramos como advogado oficioso para representar Sócrates no julgamento.
O ex-primeiro-ministro pediu à juíza Susana Seca para acabar com o que considerou ser um "lamentável e degradante espetáculo" de ter um representante que não escolheu.
José Preto
Após o primeiro advogado oficioso, José Sócrates viria a escolher José Preto para o representar, no final de novembro. No entanto, a 3 de janeiro, o advogado comunicou ao tribunal que se encontrava doente e renunciou dias depois, justificando a decisão com a necessidade de "devolver ao arguido a sua liberdade no restabelecimento dos seus direitos de defesa".
Inês Louro
A 6 de janeiro, o tribunal chamou Inês Louro para representar José Sócrates. No próprio dia, a também antiga presidente da Junta de Freguesia de Azambuja pelo PS renunciou ao cargo, invocando "objeção de consciência" por ter sido eleita vereadora do partido Chega na Câmara Municipal da Azambuja.
"Já me pronunciei muito criticamente sobre José Sócrates e por isso renunciei por objeção de consciência", disse aos jornalistas no Campus da Justiça, na altura.
Ana Velho
No dia em que Inês Louro recusou representar José Sócrates, o tribunal nomeou Ana Velho - a terceira advogada oficiosa do antigo primeiro-ministro no julgamento do processo Operação Marquês.
Sócrates viria, depois, a pedir a nulidade das sessões de julgamento em que participou a advogada oficiosa, acusando Ana Velho de não ter lido a acusação e nem sequer ter levantado o processo no portal Citius.
Sara Leitão Moreira
Já no passado dia 9 de fevereiro, José Sócrates escolheu Sara Leitão Moreira para o defender.
Esta quarta oficial advogada acabou por renunciar cerca de duas semanas depois, na passada terça-feira por não lhe ter sido dado tempo suficiente pelo tribunal para preparar a defesa do chefe de Governo entre 2005 e 2011.
Urge criar um contexto de escrutinio dos juizes porque na verdade de deuses nao têm nada!