Depois da identificação dos locais, será estabelecido um diálogo com as comunidades ocupantes para encontrar soluções.
“Atualmente, estamos a concentrar a nossa atenção nas comunidades que ocupam casas portuguesas”, sublinhou.
Afirmou ainda que essas comunidades estão dentro do público-alvo da SEATOU.
O Chefe do Suco de Motael, Luís António Gusmão Viegas, disse que em Motael existem duas aldeias, Halibur e Liru, cujas comunidades ocupam casas e terras dos períodos português e indonésio.
“As comunidades nessas duas aldeias são compostas por cerca de 300 famílias que ocupam essas casas e terras”, disse ele.
Ele observou que as casas dos períodos português e indonésio são consideradas propriedade do Estado e, quando o Estado exige que sejam desocupadas, elas devem cumprir a ordem.
“Como autoridades locais, já informamos as comunidades, e elas agora aguardam que o governo tome alguma providência”, disse ele.
Ele acrescentou que é importante dialogar com as comunidades e garantir condições adequadas para elas, visto que essas comunidades incluem idosos, crianças e gestantes.