Seguro, rometeu ainda ser o "Presidente de equilíbrio" para uma "mudança segura".

O arranque do período oficial de campanha de António José Seguro trouxe-nos  a apresentação da Comissão de Honra e dos mandatários, em Lisboa.

"O espaço democrático à esquerda ou centro-esquerda corre o risco de ficar de fora da segunda volta. E isso teria consequências profundas não para o partidarismo, mas para o país e para o equilíbrio democrático", avisou.

Para o candidato presidencial apoiado pelo PS, o voto na sua candidatura"é um voto útil para garantir à esquerda e ao centro-esquerda a presença na segunda volta", considerando que se trata de "garantir representação, voz e influência de todos os portugueses".

"Trata-se de impedir que a escolha final se faça sem uma parte fundamental dos portugueses. Sem esse voto alargado nesta candidatura, a segunda volta ficará reduzida a uma escolha limitada, empobrecida, distante da pluralidade do país real", avisou.

Pars  Seguro, a escolha nas eleições presidenciais está entre "agravar a instabilidade internacional, as incertezas com aventuras e por caminhos incertos e radicais" ou aquilo que disse ser "apostar na experiência e na mudança segura" na melhoria dos pilares do sistema económico e social.

"O facilitismo da mentira e da ilusão ou optarmos pela frieza da seriedade; governar sobre a lógica do curto prazo ou termos um rumo e um horizonte", contrapôs.

"Quando o sistema pende demasiado para um lado, a função presidencial torna-se mais relevante, porque o Presidente não governa, mas influencia, equilibra, alerta, convoca e representa", defendeu.

Seguro voltou a comprometer-se a não ser um Presidente "de fação", mas sim "Presidente de equilíbrio, que promove a mudança do muito que é necessário mudar em Portugal".

"Um Presidente que respeita sempre o resultado das eleições, mas que não abdica defender os valores fundamentais da Constituição da República Portuguesa. Sim, eu serei leal à Constituição da República Portuguesa", insistiu.