Assim o eleito ao arrepio do aparelho nacional, presidente da distrital do PSD em Braga, terra de Hugo Soares, perante esta clamorosa derrota Montenegrista e psdista sente-se ( no mínimo) forçado a recusar ser a "voz da oposição" à actual liderança.
O cidadao Carlos Eduardo Reis limita-se a ter de dizer que tem "visão relativamente diferente em algumas matérias".
À RTP Antena 1,em tempo cinzento deste vazio Congresso Nacional do PSD, este psdista até veio salvar a face do boss dizendo que
Montenegro nao está fragilizado com o estrondoso chumbo do pacote laboral na Assembleia da República.
( O PR esse nem precisou de se mexer no sofá…)
"A palavra fragilidade é um pouco forte, talvez menos galvanizado ou entusiasmado, diria assim", lá vai dizendo Carlos Eduardo Reis, "até porque demonstra um ímpeto reformista [do Governo], essa vontade que o Partido Socialista nunca mostrou".
… Para rir…!
Este ex-deputado do PSD vê como "natural" que o Governo procure entendimentos no Parlamento "à esquerda e à direita" acrescentando que "Eu não coloco os dois, PS e Chega, no mesmo patamar", defendendo que "o problema" é que o Governo "não tentou incluir os socialistas nestas reformas, nestes diálogos".
E acrescenta, "Acho que o Governo quer sentar-se com o PS e o PS tem de mostrar essa abertura. Se não mostrar temos nós de insistir", responde, acrescentando que "o exercício de governação é um exercício de paciência" e que não se "satisfazia" só com o Chega, mas "insistiria no envolvimento do PS" nos diálogos parlamentares.
O cinzentismo psdista foi equivalente ao silencio paparazziano nos media face a este comgressinho!