Este ranking põe a nu o que Gustavo Paulo Duarte da CCP afirmou, “No mesmo dia em que temos noticias sobre a produtividade em Portugal ser a quarta mais baixa da UE…” ( in publico ), pois refere que dos principais fatores de atratividade segundo gestores internacionais, está a mão-de-obra qualificada (72%), seguida da competitividade dos custos (68%), das infraestruturas fiáveis (62%), das atitudes abertas e positivas (60%) e da estabilidade das políticas públicas (40%) cinco indicadores de uma lista de 15 mais escolhidos pelos gestores internacionais
É certo que Portugal caiu três posições no ranking mundial de competitividade do International Institute for Management Development (IMD), passando a ocupar o 40.º
No entanto em Portugal, a economia paralela (ou não registada) representa cerca de 24% a 35% do Produto Interno Bruto (PIB), com valores que ultrapassarão os 80 mil milhões de euros.
Tal constrata com a média da União Europeia, que se situa nos 17%.
Lembremos que a média da União Europeia situa-se nos 17% do PIB. com Portugal acintegrar habitualmente o top 3 da UE com maior taxa de economia informal, sendo apenas superado a nível europeu pela Grécia e Itália.
Regressando aos rankings nos quatro pilares avaliados no estudo acima, Portugal apenas melhorou no “Desempenho Económico”, recuando nos restantes três indicadores.
Portugal continua a perder terreno em áreas determinantes para a competitividade de longo prazo, como a eficiência das instituições, das empresas e das infraestruturas.
Mas no pilar do “Desempenho Económico”, Portugal subiu sete posições, para o 35.º lugar, impulsionado pela melhoria do indicador de “Investimento Internacional”, que passou da 33.ª para a 21.ª posição.
A economia doméstica também melhorou, do 54.º para o 49.º lugar, ao passo que o comércio internacional recuou da 22º para a 25ª posição.
Já na “Eficiência Empresarial”, o país recuou da 42.ª para a 45.ª posição.
A descida resulta sobretudo do desempenho nas práticas de gestão (53.º lugar), mercado de trabalho (46.º) e produtividade (48.º), a que se juntam fragilidades persistentes no empreendedorismo, na dimensão das PME, na formação dos trabalhadores e nas competências financeiras das empresas.
Na “Eficiência Governativa”, Portugal caiu seis posições, do 35.º para o 41.º lugar.
A única melhoria registadas ocorreu no indicador de política fiscal, que passou do 56.º lugar em 2025 para o 54.º em 2026.
“na Eficiência Governativa, a previsibilidade do enquadramento institucional, fiscal e regulatório continua a condicionar a decisão de investir e crescer com a política fiscal, as finanças públicas e a legislação empresarial entre os principais desafios, a exigir políticas públicas simples, estáveis e orientadas para a execução”.
O melhor desempenho de Portugal continua a verificar-se no pilar das “Infraestruturas”, onde ocupa a 31.ª posição. Ainda assim, trata-se de uma descida de seis lugares face a 2025, quando ocupava o 25.º lugar. Os melhores resultados surgem nos subindicadores de “Educação” e “Infraestrutura Tecnológica”, nos quais o país se posiciona em 23.º e 25.º lugar, respetivamente.
Portugal tem profissionais de excelência, atrai investimento e é uma economia aberta ao mundo.
Mas a competitividade do futuro mede-se pela forma como os transformamos em produtividade, inovação, escala e impacto”, segundo José Esteves, dean da Porto Business School.
José Esteves defende que Portugal “precisa de empresas mais ágeis, instituições mais eficazes e líderes preparados para executar melhor,adaptar-se mais depressa e criar valor de forma sustentável”.
Apesar das quedas nos pilares que sustentam a competitividade de longo prazo — Eficiência Governativa (41.º), Eficiência Empresarial (45.º) e Infraestruturas (31.º) —, Portugal continua a destacar-se em vários indicadores específicos.
O país ocupa o quarto lugar mundial em receitas do turismo, o 11.º em fluxos de investimento direto estrangeiro em percentagem do PIB, o 12.º em baixos níveis de exclusão jovem e o terceiro lugar na menor concentração das exportações por produto.
Entre os principais fatores de atratividade apontados pelos gestores, destaca-se a mão-de-obra qualificada (72%), seguida da competitividade dos custos (68%), das infraestruturas fiáveis (62%), das atitudes abertas e positivas (60%) e da estabilidade das políticas públicas (40%). São os cinco indicadores de uma lista de 15 mais escolhidos pelos gestores.
Como se constata nao há qualquer sentido autocritico por entre o luso patronato que se sente insatisfeito esquecendo que a média no conjunto dos 27 países da União Europeia (UE) está 37 horas de trabalho por semana, em 2025, enquanto que Portugal registou uma média de 39,7 horas.
O PIB per capita de Portugal, medido em Paridade de Poder de Compra (PPC) para ajustar os níveis de preços, encontra-se nos 81% da média da União Europeia o aue em termos nominais, o valor absoluto do PIB por habitante do país ronda os 30.800 euros, enquanto a média comunitária é de cerca de 38.100 euros.
Enquadrando o Ambiente com uma média de apenas 4,8 toneladas de CO₂ por habitante, Portugal está muito abaixo da média europeia mas a forte dependência do automovel concentra os indices de poluição
Mas tambem Portugal é o 8.º país da UE que mais lixo produz, com uma média diária de 1,5 kg por pessoa e com cerca de 57% dos resíduos urbanos a irem para aterros, enquanto a média europeia é inferior a 37%.
Apenas cerca de 14% do lixo produzido anualmente é reciclado.
As secas prolongadas e a severidade dos incêndios florestais continuam a ser as maiores preocupações ambientais no território nacional.
Mas em Portugal o principal drama , está no peso da economia paralela (ou não registada) que representa cerca de 24% a 35% do Produto Interno Bruto (PIB), com valores nunca infeo aos 80 mil milhões de euros enquanto que a média da União Europeia, se situa nos 17%.
O peso da economia paralela distribui-se da seguinte forma:
Os estudos apontam para valores divergentes mas elevados.
Portugal integra habitualmente o top 3 da UE com maior taxa de economia informal, sendo apenas superado a nível europeu pela Grécia e Itália.
rodoviário exige transições rápidas para a mobilidade sustentável.
Nos dados recentes, 43% dos jovens portugueses entre os 23 e 27 anos possuem formação superior, um indicador que coloca Portugal em pé de igualdade ou acima da média de outros países da UE nestas faixas etárias.
No entanto, entre a população adulta total, o país ainda regista um dos maiores fossos intergeracionais, com uma percentagem de adultos sem o ensino secundário concluído superior à média europeia
No primeiro trimestre de 2026, Portugal (234), Itália (190), Espanha (108) e França (105) registaram o maior número de avisos prévios de greve e greves entre sete países da UE.
Isso segundo dados analisados pelo agregador de dados com recurso a IA Strike Tracker, pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), em Portugal, e pelo órgão institucional italiano que garante o equilíbrio entre o direito à greve e os direitos dos utilizadores, o CGSSE.
Estas paralisações incidiram sobretudo nos setores dos transportes, educação, saúde e administração pública, mas não são os únicos a desencadear protestos alargados.
A proporção de trabalhadores sindicalizados caiu para metade desde 1985, descendo de 30% para 15% em 2023-2024, com exceção da Bélgica, que contrariou esta tendência, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Em média, nos 28 países da OCDE, 14,3% das mulheres empregadas estavam sindicalizadas em 2024, face a 15% no caso dos homens.
A sindicalização foi muito mais forte no setor público, com 41,3% dos trabalhadores sindicalizados em 2024, contra 10,1% no setor privado.
A taxa de sindicalização em Portugal situa-se nos 7% valor que reflete uma tendência de decréscimo ao longo das últimas décadas, situando Portugal entre os países europeus com menor percentagem de trabalhadores filiados em sindicatos.
O setor das atividades financeiras e de seguros regista a maior percentagem de trabalhadores sindicalizados (cerca de 44,9%).
A grande maioria dos trabalhadores sindicalizados (cerca de 71%) encontra-se em empresas de maior dimensão, com mais de 250 funcionários.
Apesar da baixa taxa de filiação, sindicatos como a CGTP e a UGT mantêm um papel de grande relevância política na negociação coletiva e na concertação social
Em Portugal, cerca de 18,6% da população (quase dois milhões de pessoas) vive em risco de pobreza ou exclusão social. Este valor é ligeiramente inferior à média da União Europeia (UE), que se situa nos 20,9%
Em Portugal, cerca de 54% a 60% dos trabalhadores por conta de outrem recebem uma remuneração base mensal igual ou inferior a 1000 euros brutos. Na União Europeia, o rendimento mediano familiar português mantém-se no 19.º lugar entre os 27 Estados-Membros, situando-se significativamente abaixo da média europeia.
Os dados estatísticos detalhados revelam a seguinte realidade sobre os rendimentos:
Mais de metade dos vínculos contratuais registados têm um salário base mensal até 1000 euros.
Apenas nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal os salários médios ultrapassam a fasquia dos 1500 euros.
A precariedade é ainda mais acentuada entre os jovens.
Em faixas etárias como a dos 15 aos 24 anos, mais de 60% aufere valores inferiores a 1000 euros.
Mais de 35% dos trabalhadores por conta de outrem ganham o salário mínimo nacional ou um valor próximo (até 920 euros). Cerca de metade dos trabalhadores portugueses ganham menos de 980 euros líquidos por mês.
Cerca de 8,6% da população empregada em Portugal não recebe rendimentos suficientes para escapar à pobreza.
O rendimento médio em Portugal encontra-se cerca de 38% abaixo da média da União Europeia.
Portugal apresenta o 6.º poder de compra mais baixo da UE.
O risco de pobreza é medido relativamente.
Em Portugal, cerca de 1,7 milhões de pessoas vivem com rendimentos mensais abaixo do limiar de pobreza (cerca de 723 euros).
Portugal é um dos países da União Europeia (UE) com maiores taxas de trabalho precário, registando cerca de 15,1% a 16% de trabalhadores com contratos temporários e atingindo quase 4 em cada 10 jovens em situações de instabilidade laboral.
O país posiciona-se consistentemente nos cinco lugares cimeiros da UE com maior incidência de vínculos precários.
Quase 40% dos jovens portugueses iniciam a carreira com contratos a termo ou temporários, enfrentando rendimentos frequentemente abaixo da média europeia e horários mais extensos.
A precariedade e o custo de vida levaram o número de trabalhadores com dois empregos em Portugal a níveis recordes.
A legislação laboral portuguesa contempla formatos como o contrato a termo certo, termo incerto, trabalho temporário e prestação de serviços (falsos recibos verdes).
Existem regras e tetos máximos para a renovação de contratos temporários e a termo, obrigando à sua conversão em contratos efetivos (sem termo) sob pena de se tornarem permanentes.
A percentagem de precariedade no total do emprego ronda os 13,2% na média dos estados-membros.
E é num país economua e socialmente tao fragil que o luso patronato e as suas direitas quiseram impor o pacote laboral mais flexível e brutal de sempre!
Chama-se a tal um patronato e uma direita de incompetentes