A eleição foi decidida na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, com os 193 Estados-membros a escolherem os novos ocupantes dos cinco lugares rotativos do Conselho. 

É a quarta vez que Portugal é eleito membro do Conselho de Segurança, depois de já ter ocupado o assento em 1979-1980,

Em Portugal, o ano de 1979 começou com Carlos Mota Pinto como Primeiro-Ministro (chefe do IV Governo Constitucional), foi marcado pela governação de Maria de Lourdes Pintasilgo (V Governo Constitucional) e terminou com a tomada de posse de Francisco Sá Carneiro (VI Governo Constitucional) a 3 de janeiro de 1980.

O Primeiro-Ministro de Portugal durante os anos de 1997 e 1998 foi António Guterres. Ele liderou o XIII Governo Constitucional, tendo assumido funções a 28 de outubro de 1995 e mantendo-se no cargo até abril de 2002 e

O Primeiro-Ministro de Portugal durante os anos de 2011 e 2012 foi Pedro Passos Coelho, que liderou o XIX Governo Constitucional. Tomou posse a 21 de junho de 2011 e o seu executivo esteve em funções até final de 2015.

Enfim entre uma Independente catolica das esquerdas MLurdes Pintassilgo, a Mota Pinto a Antonio Guterres e a Montenegro Portugal navega nas ondas globais sem qualquer estrategia.

O Presidente da República já reagiu à eleição, afirmando que se trada de "uma conquista que enaltece todo o povo português".

"A votação obtida hoje por Portugal na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, é também o reconhecimento do compromisso do nosso país com o multilateralismo e, em particular, com as Nações Unidas. Reflete a credibilidade, a confiança e o respeito de Portugal na comunidade internacional. É também uma vitória da diplomacia portuguesa e da coerência e estabilidade da nossa política externa", sublinha António José Seguro, numa nota da Presidência.

O chefe de Estado felicita "todos os envolvidos nesta eleição desde a apresentação da candidatura, em janeiro de 2013, e todos os Governos que deram continuidade a este objetivo, e muito em particular o Ministro dos Negócios Estrangeiros, os seus Enviados Especiais e toda a nossa diplomacia".

"Merecem também uma referência particular a Missão junto das Nações Unidas em Nova Iorque, assim como os anteriores Presidentes da República, Aníbal Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa, pelos seus esforços em torno deste objetivo", acrescenta o Presidente da República.

 

Eis o comunicado da

Presidencia da Republica

 

O Presidente da República saúda eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas

03 de junho de 2026

A eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas é uma conquista que enaltece todo o povo português.

O que somos, a confiança que transmitimos e também o reconhecimento pelo nosso apego a valores universais.

A votação obtida hoje por Portugal na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, é também o reconhecimento do compromisso do nosso país com o multilateralismo e, em particular, com as Nações Unidas.

Reflete a credibilidade, a confiança e o respeito de Portugal na comunidade internacional.
É também uma vitória da diplomacia portuguesa e da coerência e estabilidade da nossa política externa.

Felicito todos os envolvidos nesta eleição desde a apresentação da candidatura, em janeiro de 2013, e todos os Governos que deram continuidade a este objetivo, e muito em particular o Ministro dos Negócios Estrangeiros, os seus Enviados Especiais e toda a nossa diplomacia.

Merecem também uma referência particular a Missão junto das Nações Unidas em Nova Iorque, assim como os anteriores Presidentes da República, Aníbal Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa, pelos seus esforços em torno deste objetivo.

Dirijo também uma palavra de congratulação aos demais países hoje eleitos e manifesto a certeza de que Portugal, nos dois anos de mandato no Conselho de Segurança, saberá realizar um diálogo profícuo com todos os países.

Estou certo de que vamos igualmente batalhar por uma defesa intransigente do respeito pelo direito internacional, tendo em vista a prossecução da paz, a segurança e o desenvolvimento sustentável.

Numa conjuntura internacional cada vez mais desafiante e imprevisível e numa ocasião em que somos confrontados com tantos desafios globais, faço votos para que este mandato de Portugal no Conselho de Segurança sirva para contribuir para um mundo mais pacífico, menos desigual, mais justo e mais digno.