E mais voos sobre Lisboa ainda? 

A ZERO mediu a concentração de partículas ultrafinas em redor do aeroporto Humberto Delgado em Lisboa. Se em zonas com ar considerado limpo, como no campo, um valor típico de concentração destas partículas é de até 3.000 partículas/cm3, as medições efetuadas pela ZERO registaram médias por minuto que chegaram a cerca de 136.000 partículas ultrafinas por cm3 na 2.ª Circular, em local próximo do aeroporto. “( ZERO)

“As cerca de 414 mil pessoas – aproximadamente 4% da população portuguesa – que vivem num raio de 5 km do aeroporto Humberto Delgado em Lisboa estão particularmente expostas e são afetadas pelas partículas ultrafinas emitidas pelos aviões, segundo um estudo da Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E) da qual a ZERO faz parte. “( IA)

“Nos Aeroportos Humberto Delgado (Lisboa), Francisco Sá Carneiro (Porto) e Madeira é, ainda, feita a monitorização da qualidade do ar. Este controlo é concretizado por campanhas que ocorrem, nos períodos de verão e inverno. Daqui, decorre o registo de concentrações de dióxido de nitrogénio e óxidos de azoto (NO2 e NOX), monóxido de carbono (CO), dióxido de enxofre (SO2), ozono (O3), material particulado e benzeno (C6H6), juntamente com parâmetros meteorológicos locais. No Aeroporto de Lisboa também estão incluídas as partículas ultrafinas.

De um modo geral, a qualidade do ar nos aeroportos, ao nível das classificações dos índices de qualidade do ar obtidas, tem-se mantido num nível maioritariamente favorável. Salvaguardadas as especificidades inerentes à localização de cada aeroporto, e aos períodos de verão e inverno, e questões de contexto locais e temporárias, pode afirmar-se que a qualidade do ar durante as campanhas de monitorização resultam da conjugação de várias fontes localizadas na envolvente dos locais de medição, não havendo evidências de que as emissões da atividade aeroportuária tenham contribuído significativamente para as concentrações de poluentes que têm vindo a ser registadas.

Qual a origem das emissões?

As atividades desenvolvidas nos Aeroportos resultam em emissões de diversos poluentes atmosféricos, associadas não só aos motores das aeronaves, como também a todos os equipamentos e operações aeroportuárias, nomeadamente, unidades auxiliares de energia (APU), veículos de apoio (handling) e socorros. Para além das fontes móveis, as fontes fixas, tais como operações de manutenção de veículos associadas a treinos de simulação de incêndios e áreas de armazenamento de combustíveis, contribuem para a emissão destes poluentes.

No entanto, as emissões não se restringem à atividade do aeroporto, como é o caso de fontes indiretas, como o tráfego rodoviário de e para o aeroporto.”

(ANA)

Nao é verdade ( em 2023 ja nao era) que a poluição do ar provocada pelo aeroporto de Lisboa estava controlada!

E nesse e em outros campos a Climaximo tem toda a razao na sua luta tao maltratada pela lusa Justiça

Um dia far-se-á Justiça e as e os dá Climaximo serao saudados!

Porque é um crasso erro passar do absurdo de um aviao cada 95 segundos para ainda por cima um aviao cada 81 segundos!

O país ja dificilmente suporta o atual peso do Turismo, economica e ambientalmente, quanto mais querer esgotar a galinha dos ovos de ouro neste rapido movimento de entradas e saidas de Turistas!

E claro de imigrantes que agora se descobre que cada um deu ao transportador 2500 euros!

E ha jornalista que acredita que imigrante tem 2500 euros!

Ha sim que investigar, que condenar duramente os escravocratas do seculo XXI que trazem pobres que assim continuarao  para paises como Portugal!