Elas incluem alteração constante de horários e impedimento de entrada a trabalhadores, com ações de denúncia marcadas, nomeadamente na zona de Odivelas em maio de 2026.
O sindicato exige o respeito pelas normas coletivas e combate discriminações salariais.
O CESP denuncia que o Pingo Doce altera constantemente os horários de trabalho, desrespeitando o Contrato Colectivo de Trabalho.
Relatou, ainda. no início de maio de 2026, casos de trabalhadores impedidos de entrar no local de trabalho (Cozinha Central/Strada) e acusa a empresa de agressões/empurrões, tendo chamado a polícia para tomar conta da ocorrência.
Estão agendadas ações de protesto e denúncia à porta de unidades da empresa (ex: Pingo Doce Strada/Odivelas) para informar os clientes sobre as situações laborais.
O CESP disponibiliza plataformas para os trabalhadores denunciarem situações inaceitáveis e reivindicarem os seus direitos.
Diz o CESP que o Pingo Doce ataca mães e pais que pedem horário flexível para acompanhar os filhos menores de 12 anos.
No passado dia 4 de Maio, os trabalhadores deslocaram-se para ir trabalhar nos horários a que têm direito e não os deixaram entrar!
Um deles, com problemas físicos de saúde, chegou mesmo a ser agarrado e empurrado para o chão por vigilantes da loja, por ordem do Pingo Doce!
O CESP, enquanto representante sindical dos trabalhadores, esteve presente e solicitou a intervenção da polícia, para tomar nota da ocorrência, e agirá judicialmente.
Por isso, o CESP apela a que no próximo dia 11 de Maio, estará à porta do Pingo Doce Strada / Cozinha Central em Odivelas (Lisboa), das 11h30 às 13h, a denunciar esta situação aos clientes!