Logo veremos, o que eu espero é que, como tenho a minha convicção, é de que a grande maioria, a esmagadora maioria dos portugueses que trabalha, vai trabalhar amanhã", referiu.

Para ele o que acontece, acrescentou, é que uma "minoria" consegue "condicionar" o trabalho dos outros

"Eu espero que isso não aconteça, espero que se conciliem as duas coisas, que é, uns têm o direito a exercer o direito à greve e fazem-no, outros têm o direito a trabalhar e também o possam fazer", frisou.

Curioso pois nem sequer o legal direito a eleger as comissões de saude higiene e segurança no trabalho o poder patronal permite!

Nem a eleição de comissões de trabalhadores!

Nem a existência de sindicatos nas empresas!

Desvalozando os media falam em cerca de 20 manifestantes a contestar o pacote laboral com o primeiro-ministro a dizer  que esses manifestantes são "sempre os mesmos e são militantes acérrimos da CGTP".

"O que eu posso dizer é que tenho gosto em vê-los quase todos os dias, que eles agora fazem parte do meu dia a dia, mas, sobretudo, dizer que temos um grande respeito pelos portugueses que querem emitir a sua discordância sobre alguns temas e querem fazer greve", assinalou.

O social-democrata, que foi reeleito presidente do PSD, com uma decrescente taxa de participação mistura alhos com bugalhos e diz que tem grande respeito pelos portugueses que querem fazer greve, como tem respeito pelos portugueses que querem