O Governo impôs  à UGT e às quatro confederações empresariais  uma reunião na segunda-feira, 13.04,  pars teimar num frscassado  processo negocial sobre a destruição ds lei laboral, segundo  a  Lusa

Na verdade  o secretariado nacional da UGT votou contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo e um seu vice presidente ter exigido a convocacao da comissão permanente fa concertaçao social ( de onde nunca deveria ter saído) onde haveria "a porta aberta para completar a negociação".

A  finais de março, o Governo insistia no alargamento do prazo dos contratos a termo certo e incerto, na não reintegração de trabalhadores em caso de despedimento ilícito independentemente da dimensão da empresa, bem como no regresso do banco de horas individual (ainda que com outro nome)enfim destruindo ã legislação de contexto constitucional

Diz a a Lusa, que na reunião de 06 de abril foram admitidas algumas cedências em algumas destas matérias, nomeadamente deixar cair o alargamento aos prazos dos contratos a termo certo e incerto, a possibilidade de voltar a integrar a medida relativa à reposição dos três dias de férias ligados à assiduidade, circunscrever a possibilidade de não reintegração de trabalhadores em caso de despedimento ilícito apenas a pequenas e médias (já é possível nas microempresas) ou ajustes à medida relativa à jornada contínua.

O Presidente da República, António José Seguro, anunciou hoje que "muito brevemente" vai reunir-se com os todos parceiros sociais, assegurando que tem estado a acompanhar a evolução de todo o processo das alterações à lei laboral.

A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) disse à Lusa que mantinha "toda a disponibilidade" para continuar as negociações sobre as alterações à lei laboral, a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) remeteu o anúncio de uma posição para depois da reunião com todos os parceiros sociail a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) disse não estar surpreendida com a decisão e avisou que não está disponível "para continuar processos meramente dilatórios", ao passo que a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) afirmou não ver como será viável prosseguir a negociação.