Gaza nao é territorio de Israel nem de Trump e só o silencio internacional alimenta este fascismo de gentes que muitos deles nada têm a ver com o judaismo religioso ou nao e muito menos com os genocidios sofridos pois na realidade so sabem imitar o nazismo!

Para o  primeiro-ministro, Montenegro, o vídeo divulgado esta quarta-feira, 20.05, em que se vê os ativistas detidos por Israel  forçados a ajoelharem-se e com as mãos presas atrás das costas, mostra "uma situação inaceitável" e admite suspender parcialmente o acordo com Israel.

Na realidade ja deveriam ter suspendido esse dito acordo!

"É uma situação absolutamente inaceitável. Relativamente às discussões que temos no âmbito da União Europeia, Portugal já tem manifestado a sua disponibilidade para uma suspensão parcial do acordo com Israel e veremos nos próximos encontros se há alguma evolução nesse domínio", disse Luís Montenegro

Tambem o  ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros, José Manuel Albares, exigiu esta quarta-feira um pedido de desculpas de Israel pelo tratamento "monstruoso, desumano e indigno" a ativistas da flotilha que seguia para Gaza.

"Pude ver um vídeo monstruoso, desumano e indigno, onde membros da flotilha eram injustamente e de maneira humilhante tratados por um ministro israelita e pela polícia", dice Albares, anunciando ter convocado a representante diplomática de Israel em Espanha.

O Governo espanhol promete uma ação conjunta com outros paises com ativistas na flotilha.

O misnitro espanhol afirma que o ministro em causa, Ben-Gvir, ministro israelita da Segurança Interna, que filmou o tratamento aos detidos na flotilha, está proibido de entrar em Espanha e o governo de Madrid vai tentar que a mesma sanção seja decretada em toda a União Europeia.

O MNE portugues declarou “Portugal condena veementemente o comportamento intolerável do Ministro israelita Ben Gvir e o tratamento infligido aos activistas da flotilha em humilhante violação da dignidade humana”

À TSF, a eurodeputada do Bloco de Esquerda considera que o Governo português "tem tido dificuldade em dizer coisas básicas da sensatez e da verdade, como Israel está a cometer um genocídio, Israel detém ilegalmente pessoas, Israel tem de ser travado." "Se nós deixamos Israel deter ilegalmente cidadãos portugueses, nós estamos a deixar o nosso país ser humilhado. Isto não faz bem às relações de ninguém, isto só diz a Israel que pode fazer tudo o que quiser. As relações ficam cada vez piores", alerta.

Catarina Martins assinou esta quarta-feira, com outros eurodeputados, uma carta a exigir que o Parlamento Europeu "exija três coisas muito simples".

"A primeira [é] a libertação de todas as pessoas que foram ilegalmente detidas por Israel em águas internacionais; em segundo lugar, que a União Europeia suspenda o acordo comercial que tem com Israel e que diz no seu artigo segundo que é um acordo que está vinculado ao cumprimento de direitos humanos - está mais provado que Israel não cumpre os direitos humanos, portanto o acordo tem de ser suspenso -, e, em terceiro lugar, a União Europeia deve empenhar-se muito na investigação de todos os crimes que Israel está a cometer."

A eurodeputada diz que tanto Portugal como a União Europeia pecam por tardia. "Acho que Portugal está a fazer pouco e tarde, a União Europeia está a fazer pouco e tarde. Há quem na União Europeia esteja a agir; não é a maioria, mas uma coisa eu sei: se ficarmos quietos não ficamos melhores", afirma.