Trump afirmou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, conversaram com representantes do Irã no domingo e que as discussões continuariam na segunda-feira e disse que os EUA estão a conversar  com uma "pessoa importante" dentro do regime iraniano para tentar acabar com a guerra, mas essa pessoa não era o novo líder supremo, Mujtaba Khamenei.

Declarou  que os EUA e o Irão estariam a discutir 15 pontos para encerrar a guerra, sendo a renúncia de Teerão às armas nucleares os pontos “número um, dois e três”.

Estas conversas sobre a "resolução completa e total das hostilidades" no Oriente Médio terá  adiado os ataques americanos às centrsis  de energia iranianas por cinco dias após ter "conversas produtivas" com Teerã.

No entanto, a agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária Islâmica, negou que tais conversas tenham acontecido, afirmando que não houve comunicação direta nem indireta com os EUA.

O Ministério das Relações Exteriores do Irão afirmou que as declarações de Trump faziam "parte dos esforços para reduzir os preços da energia e ganhar tempo para implementar seus planos militares", com a media estatal dizendo que elas demonstravam que o presidente americano estava a “recuar".

O Conselho de Defesa do Irão ameaçou hoje instalar minas marítimas para bloquear todo o Golfo Pérsico caso as costas ou ilhas iranianas sejam atacadas.

Mais ainda o presidente do parlamento iraniano nega que tenham ocorrido negociações com os EUA e afirma que "notícias falsas" estão sendo usadaspara "manipular" os mercados de petróleo.

Oiçamos o que relatam as noticias … claro nao portuguesas!

 

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