Estas obras vão “ser levadas a cabo por iniciativa privada, sem qualquer tipo de apoio, apesar de muitas tentativas nesse sentido”.
Coisas da “cultura psdista…
Abriu a 10 de Janeiro de 1965 num prédio da Avenida Fontes Pereira de Melo, sendo , fruto da vontade e do sacrifício de Raúl Solnado, que também o dirigiu. Continua hoje em funcionamento.
Construído de raiz, o teatro deve-se mesmo à iniciativa do ator Raul Solnado (1929-2009), e foi inaugurado em 1965, com o musical “Impostor Geral”, uma adaptação livre da peça “O Inspetor-Geral”, de Nikolai Gogol.
Durante décadas, pelo seu palco passaram vários nomes da cena portuguesa, como Eunice Muñoz (1928-2022) e José de Castro (1931-1977), Artur Ramos (1926-2006) e Jacinto Ramos (1917-2004), e êxitos de bilheteira como “A Preguiça” (1968) e “Há Petróleo no Beato” (1986), ambos protagonizados por Solnado, musicais como "Godspell" (1975), com Rita Ribeiro, Carlos Quintas e Joel Branco, peças como "Em Carne Cor de Rosa Encarnada" (1982), de Miguel Esteves Cardoso, com Graça Lobo (1939-2024), e espectáculos como "E a Treta Continua" (2003), de António Feio (1954-2010) e José Pedro Gomes.
Localizado na Avenida Fontes Pereira de Melo, na capital, o teatro acolheu, desde a década de 1960, produções de estruturas como a Companhia Portuguesa de Comediantes, o Teatro do Nosso Tempo, o Grupo de Ação Teatral, a Companhia de Teatro de Lisboa, a empresa de Vasco Morgado e também do Teatro Nacional D. Maria II, entre muitas outras, segundo o seu histórico, disponível na base de dados do Centro de Estudos de Teatro, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
O Teatro Villaret tornou-se um espaço multifacetado, e foi cenário de vários programas televisivos, entre eles “Zip-Zip”, em 1969, com Solnado, Fialho Gouveia (1935-2004) e Carlos Cruz, e "E o Resto São Cantigas", em 1981, também com Solnado, Fialho e Cruz.
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