So sete anos depois, em 2004, Maria José Ritta foi recebida pelo Papa João Paulo II juntamente com Jorge Sampaio numa nova audiência no Vaticano, superando as restrições protocolares anteriores.
Este é um PR como gostamos!
Ja ficamos de pé atras com o Presidente da República, António José Seguro, ainda que dizer como fez hoje sexta-feira, 24.04, no Porto, que a sociedade precisa de identidade, valores e princípios e, falando num momento divisionista e fraturante, fez um apelo a uma paz que não encontre fronteiras é particularmente importante nos dias de hoje!
"Em sociedades como a nossa, precisamos de identidade. Precisamos de ter valores, princípios que nos recordem que a coesão, sobretudo em momentos muito estranhos e muito difíceis e muito divisionistas e fraturantes como aqueles que vivemos. São elementos importantes para sentirmos membros de uma mesma comunhão de valores, de princípios que todos nós desejamos e valorizamos", disse o Presidente da República.
António José Seguro na Torre dos Clérigos, no Porto, assinalou o marco de dez milhões de visitantes.
Antes de subir os 250 degraus da torre, o Presidente da República visitou o museu, assinou o livro de honra e conversou com o presidente da Irmandade dos Clérigos, padre Manuel Fernandes, que o tornou membro honorário da Irmandade.
Numa intervenção no púlpito sem perguntas de jornalistas, diante de várias personalidades da cidade, da região e da Igreja, António José Seguro recordou as palavras do Papa, que disse que a paz "é um desses valores pelos quais devemos pugnar e lutar".
"E essa responsabilidade de edificarmos a paz, de lutarmos sempre pela paz, de resolvermos os conflitos por meios pacíficos, mas tendo sempre, sempre, sempre, sempre como objetivo a paz, não encontra fronteiras. É por isso que o Presidente da República valoriza muito as palavras do Santo Padre quando ele afirmou que a guerra é sofrimento e a paz é um dever moral que todos nós temos de lutar e de pugnar por ela", disse.
Modtrou-se o PR honrado por marcar a história da Torre dos Clérigos como visitante número dez milhões, e associou o marco ao número de portugueses.
"Agora que somos um pouco mais de 10 milhões, este número sempre serviu como bitola, diria eu, para dizer 10 milhões de portugueses residentes. Porque, felizmente, há também outros milhões bem largos de portugueses que vivem fora de Portugal e que fazem de nós uma comunidade de excelência que precisa também de ser mais unida e mais valorizada", referiu.
Elogiando a cidade do Porto que disse gostar de chamar "Invicta" porque expressar "honradez, lealdade, o orgulho de ser português".
Ora na verdade o conceito Cidade Invicta, tem uma estrita ligação umbilical com a Revolução Liberal de 1820, um marco fundamental na história de Portugal que acabou com o absolutismo e estabeleceu uma monarquia constitucional, sr PR por muito que em meios ditos catolicos se fuja a esta realidade Historica que os Republicanos portuenses e nao só muito prezam!