Os EUA bombardearam a Venezuela, atingindo Caracas e outras regiões, deixando mortos, sequestrando e impondo pela força uma intervenção direta em território soberano. 

Esse é o modelo de guerra imperialista: controlar recursos, subjugar um país e esmagar qualquer projeto que escape à lógica imposta por um imperialismo em crise.

Na América Latina, essa política não é nova: golpes, bloqueios e sabotagens seguem sendo instrumentos para manter o continente subordinado. A Venezuela hoje é o alvo mais direto do que já sentimos no passado com ditaduras.

 

No Oriente Médio, o cerco ao Irã e as constantes ameaças militares fazem parte da mesma engrenagem de dominação global. Na Palestina, o apoio dos EUA sustenta décadas de ocupação, apartheid e massacre contra um povo que resiste.

 

Esse é o país que quer se vender ao mundo como palco do “espetáculo” do futebol.

A Copa não é neutra. 

É propaganda.

É tentativa de limpar a imagem de um império que bombardeia, intervém e mata para garantir seus interesses.

Enquanto a classe trabalhadora sofre as consequências dessas políticas, o capital lucra com o espetáculo.

 

Boicotar não é simbólico — é posicionamento.

Boicotar é denunciar o imperialismo.

Boicotar é romper com a normalização da violência.

Boicotar é afirmar que o futebol não pode servir aos interesses do capital e da guerra.

 

Nossa solidariedade é internacionalista e estamos ao lado de todos os povos que resistem!

 

"O imperialismo norte-americano é a violência concreta contra os povos oprimidos do sul global. O dinheiro estadunidense financia campanhas e movimentos liberais e fascistas no nosso continente"!
Boicote a Copa do Mundo nos Estados dos Unidos!

"BOICOTE A COPA DO MUNDO DA FIFA NOS ESTADOS UNIDOS FIFA"!

Assino por baixo

Aires Esteves