Só essa via de combate à guerra permitiria manter o Espaço da Lingua Portuguesa.

O sr Ventura já tinha 21 anos quando o Serviço Militar Obrigatório acabou em Portugal, mas nunca foi à tropa.

Na maior lata foi  hoje 15.01.  surgir vestido num uniforme militar oferecido por alguns ex-Combatentes do Ultramar, o que provocou algumas reações de quem teve que fazer para merecer vestir a farda.

Na nossa geração em tempo hippy o uso de partes de farda para assumir a rejeição da guerra  era generalizado
Hoje surgem outras opções como o caso de Francisco Rodrigues dos Santos, antigo líder do CDS, que partilhou a sua foto no Colégio Militar, e escreveu:

O uniforme e os restantes símbolos militares são para quem os mereceu, os percebe e os respeita. Se há quem não o entenda, isso são outros carnavais.

José Lourenço, ex-líder do Chega Porto, que publicou várias fotos do tempo em serviu no exército:

Servi o exército português, não andei a brincar às fardas em almoços. Achei ultrajante.