A sra Maria do Rosário Palma Ramalho infelizmente ainda ministra do trabalho declarou  que uma afirmação do  então candidato à Presidência da República António José Seguro teve impacto direto no processo de negociação da revisão laboral, considerando mesmo que acabou por "empoderar a UGT".

Espantoso como agora se empurra para outra instituição do poder democrático o fracasso do governo!

Segundo ela as declarações de Seguro tornaram mais difícil alcançar um acordo.

Fingindo-se santa do altar não responsabiliza o agora Presidente da República, mas entende que o cidadao António José Seguro "empoderou a UGT no sentido que tornou dispensável chegar a acordo".

"O senhor Presidente quereria exatamente o contrário", que era sentar os parceiros à mesa para negociar, utilizando mesmo a expressão “entusiasmar para um acordo”.

Porém, entende que com as declarações do então candidato a Belém, "a UGT ficou legitimada para não celebrar o acordo, como veio a acontecer".

Esquece a sra que uma coisa é um acordo que consensualize as partes outra é a totalitaria imposiçao

Alias espera-se mesmo que o PR vete este pacote patronal!

E porque,

  1. Nao nasceu de acordo pelo contrario até começou por subverter a Concertaçao social afastando um dos parceiros- a CGTP
  2. O governo ate empurrou para um fim de negociação recusando ouvir a ultima proposta da patronal CIP