Assim os Estados Unidos e a União Europeia (UE) fecharam um acordo comercial, com tarifas fixadas em 15%, confirmou o proto fascio Trump depois de ter estado reunido com Ursula von der Leyen em Turnberry, na Escócia.
Até tal aconteceu - foi o vencevor a anunciar a vitoria que obtivera, no final de uma reunião com a presidente da Comissão Europeia.
"Foi uma negociação muito interessante. Penso que será ótimo para ambas as partes", acrescentou o republicano, que nem diz que a mesma foi dura na aplicação de tarifas aduaneiras de 15% sobre as exportações europeias.
O acordo bilateral inclui uma tarifa fixa e máxima de 15% das exportações europeias nos Estados Unidos, em vez dos 30% que Washington ameaçava aplicar a partir de 1 de agosto, ( o ridiculo uso fos tais 30 % ate faz corar) caso não houvesse consenso, informou Von der Leyen após a sua reunião com o presidente norte-americano, no seu complexo de golfe em Turnberry, a oeste da Escócia.
Esses 15% serão aplicados "à maior parte dos setores, como automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos", precisou a chefe do Executivo comunitário.
Esta informação contradiz o que foi dito pelo próprio Trump, que afirmara que os produtos farmacêuticos estavam de fora da negociação.
Von der Leyen anunciou ainda que foram acordadas "tarifas zero", por ambas as partes, numa série de "produtos estratégicos", incluindo nos do setor aeroespacial e os seus componentes, certos químicos, produtos agrícolas, recursos naturais e matérias-primas.
A chefe do Executivo comunitário adiantou que continuarão a trabalhar para adicionar mais elementos a esta lista.
Antonio Costa perdido que anda por Bruxelas como presidente do Conselho Europeu incentivou a que se aproveite "este resultado para continuar a fortalecer a competitividade da UE e a ampliar a nossa rede comercial global", esquecendo que tambem no comercio a força canta!
Imagine-se que o acordo de traição inclui um compromisso da UE de comprar energia dos Estados Unidos no valor de 750 mil milhões de dólares e investir 600 mil milhões de dólares adicionais naquele país, além de aumentar as suas aquisições de equipamento militar americano, um escandalo total.
Von der Leyen começou por juntar quase tudo, da extrema-direita aos Verdes. Fez agora um acordo tarifário com Trump, que nos põe a pagar aos EUA as suas armas e energia fóssil para proteger a indústria alemã. A "autonomia europeia" foi um namoro de verão e acabou antes de agosto.