O drama ja vivido em "Leiria, hoje, não existe no país. Ninguém sabe a realidade que se passa aqui.", segundo Eduardo Silva, um agricultor que ao seu encargo cinco mil animais. Mas não se sabe por quanto mais tempo.
"Até um depósito de água que eu tinha caiu uma árvore para cima e partiu-me o depósito, que [servia] três mil animais. Como é que eu ponho a água de um dia para o outro?", questiona.
A E-Redes mobilizou 450 geradores para a zona afetada pela depressão Kristin,
"Neste momento, temos cerca de 450 geradores mobilizados para a zona afetada pelo temporal. Há depois uma logística própria de transporte e de instalação destes geradores", referiu José Ferrari Careto, nos Bombeiros Sapadores de Leira, onde está o centro de operações do município
Sobre as zonas rurais, existe "uma quantidade muito significativa de apoios, de postos na rede de média tensão e na rede de baixa tensão que estão danificados, que estão no chão".
Sobre a reabertura das escolas, o primeiro-ministro diz que o Ministério da Educação está em contacto com as autarquias para abrir a maior parte das escolas já esta segunda-feira.
O primeiro-ministro afirma que o valor total dos apoios públicos para responder às consequências da tempestade será de 2500 milhões de euros, estimando que tenham estado ou estejam no terreno 34 mil operacionais.
“Tem sido um trabalho constante, duro, que tem francamente contado não só com colaboração de todas estas estruturas, de uma dedicação absolutamente inexcedível de todos os membros do Governo e do espírito de entreajuda e solidária dos cidadãos”, diz, sublinhando que “foi feito tudo o que era possível fazer para prevenir”.
Foi ainda “decidido aplicar às obras de construção a dispensa de licenciamento de controlo prévio urbanístico, ambiental e administrativo”.
Para famílias em situação de carência ou perda de rendimentos, estarão disponíveis apoios financeiros da Segurança Social entre os 500 e os 1075 euros e o Governo “decidiu implementar um regime de isenção de contribuições à Segurança Social", durante os próximos seis meses, para as empresas atingidas pela tempestade, bem como um regime simplificado de lay-off nos próximos três meses.
Haverá também uma moratória de 90 dias para os empréstimos às empresas e crédito à habitação se for própria e permanente.
Em matéria fiscal, o Governo vai implementar uma moratória até 31 de março para todas as obrigações, de contribuintes e contabilistas, que “passam para o mês de abril”.
Foi criada uma linha de crédito para a tesouraria das empresas, com o montante de 500 milhões de euros assim coml uma linha de crédito de mil milhões de euros para a recuperação de estruturas empresariais “na parte que não tem cobertura de seguros”.
O Governo decidiu também “consagrar apoios à reconstrução de habitação própria e permanente”, para intervenções até 10 mil euros, "acessíveis a todos sem ser preciso documentação quando não houver cobertura de seguro", anunciou o primeiro-ministro, que acrescentou que o mesmo procedimento estará disponível para agricultura e floresta.
O estado de calamidade foi prolongado até ao próximo domingo, dia 8 de fevereiro, mantendo-se em vigor todas as medidas que "agilizam procedimentos para enfrentar situações de adversidade climatérica", anunciou Luís Montenegro que referiu que é "expectável" que com a chuva que está prevista surjam “algumas situações de cheia e inundações” e que há zonas ribeirinhas que podem chegar a precisar de evacuação.
Sobre a reabertura das escolas, o primeiro-ministro diz que o Ministério da Educação está em contacto com as autarquias para abrir a maior parte das escolas já esta segunda-feira.
O primeiro-ministro anunciou ainda que foi “decidido aplicar às obras de construção a dispensa de licenciamento de controlo prévio urbanístico, ambiental e administrativo”.
Para as famílias em situação de carência ou perda de rendimentos, estarão disponíveis apoios financeiros da Segurança Social entre os 500 e os 1075 euros.
O Governo “decidiu implementar um regime de isenção de contribuições à Segurança Social", durante os próximos seis meses, para as empresas atingidas pela tempestade, bem como um regime simplificado de lay-off nos próximos três meses.
Haverá também uma moratória de 90 dias para os empréstimos às empresas e crédito à habitação se for própria e permanente.
Em matéria fiscal, o Governo vai implementar uma moratória até 31 de março para todas as obrigações, de contribuintes e contabilistas, que “passam para o mês de abril”.
Foi criada uma linha de crédito para a tesouraria das empresas, com o montante de 500 milhões de euros assim como uma linha de crédito de mil milhões de euros para a recuperação de estruturas empresariais “na parte que não tem cobertura de seguros”
O Governo decidiu também “consagrar apoios à reconstrução de habitação própria e permanente”, para intervenções até 10 mil euros, "acessíveis a todos sem ser preciso documentação quando não houver cobertura de seguro", com o mesmo procedimento disponível para agricultura e floresta.
O estado de calamidade foi prolongado até ao próximo domingo, dia 8 de fevereiro, mantendo-se em vigor todas as medidas que "agilizam procedimentos para enfrentar situações de adversidade climatérica", anunciou Luís Montenegro, pedindo a quem está em zonas mais afetadas para continuar a respeitar as ordens da Proteção Civil.
É "expectável" que com a chuva que está prevista surjam “algumas situações de cheia e inundações”.
Alerta ainda que há zonas ribeirinhas que podem chegar a precisar de evacuação
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