Num documento judicial, os advogados do Departamento de Justiça dos EUA concordaram em modificar as sanções estadunidenses para que o governo venezuelano pudesse pagar o advogado de defesa de Maduro e assim fica "sem efeito" a moção da defesa para arquivar o caso.
Essa mudança de estratégia é a mais recente atualização num julgamento acompanhado de perto, que levantou uma série de questões jurídicas com base no status de Maduro como ex-chefe de Estado e em como ele foi detido pelos EUA.
Os críticos condenaram o processo como fundamentalmente ilegítimo, apontando para a extraordinária operação militar dos EUA para sequestrar Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na Venezuela. Especialistas jurídicos classificaram a operação como uma violação flagrante do direito internacional