Era o “ocidente que justificava tal!

Na verdade dava mais o ar de ser a junção dos caucasianos no mundo… Só que estabelecida esta vitória estadunidense sem remissão e para que “os comunistas”, desculpem “os soviéticos”, desculpem os Russos fossem castigados, nada de Paz na Ucrania.

Diz-nos o naif Wiky” Houve várias rondas de negociações de paz para interromper a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 e encerrar a Guerra Russo-Ucraniana em um armistício. A primeira reunião foi realizada quatro dias após o início da invasão, em 28 de fevereiro de 2022, na Bielorrússia. Ela terminou sem resultado, com as delegações de ambos os lados retornando às suas capitais para consultas.[2] A segunda e terceira rodadas de negociações ocorreram em 3[3] e 7 de março de 2022,[4] na fronteira entre Bielorrússia e Ucrânia, em um local não divulgado na região de Gomel, Bielorrússia.[5] A quarta e quinta rodadas de negociações foram realizadas, respectivamente, em 10 e 14 de março, em Antália, Turquia.[6][7]

As negociações de paz e a estabilidade das fronteiras internacionais foram discutidas ainda mais no parlamento ucranianodurante a semana de 9 de maio. Após a contraofensiva ucraniana no leste em 2022, a Rússia renovou os apelos por negociações de paz. Os líderes ucranianos se recusaram a reabrir o diálogo, alegando que o governo russo não estava verdadeiramente comprometido com a paz e estava apenas ganhando tempo enquanto suas forças se reagrupavam.

E pronto como se vê o “ocidente” todo juntinho apostou “todas as fichas” na derrota da Federação Russa e na erradicação de Putin.

Nem uma nem outra aconteceram e pior Trump ganha as eleições e confirma o que disse na campanha eleitoral impondo um processo negocial onde ele ganha quase todas as fichas, a Federação Russa ganha algumas e as UE e Ucrania ficam para pagar as despesas!

Porque nao entenderam que nunca houve “ocidente” - ha sim os EUA, alguns bem pagos capatazes ( o tal restante “ocidente” ) e os paises pobres do Mundo!

Agora o sr Macron, um PR que ja se deveria ter demitido tal como um seu governo vem  classificou como “inaceitável” a tentativa dos Estados Unidos de interferir nas políticas de diversidade e inclusão de empresas francesas. A  AFP, informou que a embaixada dos EUA assim em tom de patrao em Paris enviou cartas de advertência a diversas companhias pedindo que elas certificassem não possuir programas voltados para diversidade, igualdade e inclusão  esta posição proto fascista dos trumpistas da que, ao reassumirem a presidência em janeiro, assinaram ja um decreto a proibir esse tipo de iniciativa.

Os documentos, obtidos pela AFP, argumentam que tais programas “infringem as leis federais antidiscriminação” dos Estados Unidos.

As cartas foram enviadas a empresas francesas que possuem ou pretendem estabelecer negócios com o mercado americano e incluíam um questionário exigindo a confirmação da ausência de políticas de inclusão.

A linha macartista do boss manda…

Ha claro  forte oposição em Paris e o Ministério do Comércio Exterior francês denunciou a ação como uma tentativa de ingerência inaceitável.

E aproveitou para  atacar  duramente as medidas protecionistas recentemente impostas por Washington. “A ingerência dos Estados Unidos nas políticas de inclusão das companhias francesas é inaceitável, como também são inaceitáveis as ameaças de tarifas injustificadas”, afirmou a pasta.

O ministro da Economia, Éric Lombard, também se manifestou contra a iniciativa da embaixada americana. "A carta reflete os valores do novo governo dos Estados Unidos. [Esses valores] não são os nossos”, declarou, acrescentando que o governo francês levará a questão diretamente às autoridades americanas.

Donald Trump, entretanto voltou a defender medidas protecionistas que colocam a indústria nacional no centro de sua agenda economica e à  NBC, Trump afirmou que não está preocupado com o impacto inflacionário decorrente da nova tarifa de 25% sobre todos os carros e peças automotivas importados.

“Não me importo nem um pouco. Espero até que os preços subam, porque assim as pessoas vão comprar carros feitos nos Estados Unidos — e nós temos o suficiente deles”, declarou o presidente, ao ser questionado sobre os efeitos da medida no bolso dos consumidores.

Trump tem como l objetivo pressionar montadoras estrangeiras a transferirem suas fábricas para os EUA.
“Se você produz carros nos Estados Unidos, vai ganhar muito dinheiro. Caso contrário, talvez tenha que mudar a produção para cá. Produzindo em solo americano, não haverá tarifa”, afirmou.