"Vamos atacá-los com extrema dureza nas próximas duas a três semanas. Vamos mandá-los de volta à Idade da Pedra, onde pertencem. Entretanto, as negociações continuam", defendeu, num discurso na noite de quarta-feira.
A verdade é qie o estreito de Ormuz permanece fechado, com apenas alguns navios (e de alguns países) a terem permissão para fazer a travessia, perpetuando os aumentos de preços nos combustíveis e, por consequência, o próprio custo de vida.
Até ao momento, a guerra já provocou mais de três mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano (que se viu envolvido no conflito após o movimento pró-Teerão Hezbollah ter atacado Israel). Do lado estadunidense há, pelo menos, 13 soldados mortos.
As autoridades iranianas executaram hoje dois homens condenados por pertencerem a um grupo de oposição proibido e por ações de desestabilização destinadas a derrubar o poder, anunciou o poder judicial.
Estas execuções são as mais recentes visando os Mujahideen do Povo (MEK), tendo outros quatro membros do grupo sido enforcados esta semana.
"Abolhassan Montazer e Vahid Baniamerian (...) foram enforcados após julgamento e o Supremo Tribunal confirmou a pena", relatou o 'site' Mizan Online, órgão do poder judicial.
Os Mujahideen do Povo (MEK) sao uma força politiva marxista leninista anti Xá e anti aiatolás Sediados hoje principalmente na Albânia, o MEK é a principal força do Conselho Nacional da Resistência do Irã (NCRI) que defendem a mudança de regime no Irão e contam com o apoio de alguns políticos ocidentais.
Mas a sofre a oposição brutal do regime dos aiatolás estao tambem os membros da religiao nascida no Irao os Bahaí !
Se os relatórios focados em 2026 se centrem nos impactos econômicos globais (petróleo, inflação, comércio) e de segurança (ataques com mísseis na região do Golfo), a perseguição histórica à comunidade Bahá'í no Irã sugere riscos e aumentos significativos no contexto desta guerra:
Em busca por "inimigos internos" ou bodes expiatórios, as minorias religiosas não reconhecidas, como os Bahá'ís, enfrentam um aumento nas perseguições, prisões arbitrárias e restrições de movimento pelo governo iraniano.
A infraestrutura de segurança do Irã está concentrada na guerra contra os EUA/Israel, pode aumentar o assédio local contra os Bahá'ís, sem supervisão legal.
Com o país em estado de guerra, o acesso à internet e comunicações pode ser limitado, isolando ainda mais a comunidade Bahá'í do apoio internacional.