A) Ausência de guerra e, consequentemente, redução de mortes e da destruição de bens públicos e privados.
B) Melhoria do ambiente de negócios, bem como do ambiente político e social.
C) Abertura de espaço para a reconciliação nacional, reconstrução de infraestruturas antigas e construção de novas.
D) Criação de confiança e renovação da esperança dos cidadãos.
E) Abertura de caminho e oportunidades para investidores estrangeiros.
Ao longo destes 24 anos de paz, registaram-se alguns avanços, mas também muitos fracassos e estagnação em vários sectores e ramos de atividade.
Melhorar os serviços de educação e saúde pública.
Reforçar as infraestruturas rodoviárias, marítimas e as telecomunicações.
Melhorar o ambiente político, económico e social, empoderando famílias e empresas angolanas.
Despartidarizar as instituições do Estado e garantir uma separação real dos três poderes.
Melhorar o sistema de justiça.
Combater a fome, o nepotismo partidário, reduzir a inflação, o desemprego e a carga fiscal.
Iniciar o processo de boa governação e descentralização do poder (autarquias).
Preparar as mentes para a alternância do poder político, através de um processo democrático, eleitoral, transparente e credível.
Um país que se preza não sai do subdesenvolvimento económico nem do atraso social com o mesmo partido no poder durante meio século consecutivo.
As alternâncias criam sinergias, renovam esperanças, geram alternativas e motivação, fortalecendo as capacidades de governação.
Em suma, corrigem o que está mal, melhoram o que está bem e fazem o que nunca antes foi feito.
As alternâncias acrescentam sempre valor ao processo de boa governação do erário público.
Enfim… é tudo quanto me ocorre dizer, de momento.
Forte abraço.
Boa Páscoa.
Fernando Heitor