Para quem ja foi aos EUA a obesidade é uma verdadeira epidemia, diga-se.

A RT relatou que o homem, inicialmente identificado pelos  media  como o executivo da Novo Nordisk, Gordon Finlay, teve um mal súbito durante a declaração do governo va-se la saber porquê... o  que a empresa negou posteriormente que se tratasse de Finlay.

De acordo com a repórter da Fox News, Jacqui Heinrich, que presenciou o incidente, o administrador dos Centros de Serviços de Medicare e Medicaid, Dr. Mehmet Oz, prestou socorro imediato ao executivo para evitar que ele batesse a cabeça ao cair. Outros membros do gabinete se juntaram ao socorro, elevando as pernas do homem enquanto jornalistas eram retirados do local.

Pouco depois, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, tranquilizou os presentes: “O cavalheiro está bem”, declarou.

Antes do incidente, tinha sido anunciado um novo acordo entre o governo e as farmacêuticas Novo Nordisk e Eli Lilly, que previa cortes significativos nos preços de medicamentos usados no tratamento da obesidade. “Os preços de remédios para perda de peso, como o Ozempic, serão muito mais baixos”, afirmou o presidente.

O plano, batizado de TrumpRx, visa ampliar o acesso a medicamentos populares nos EUA como Ozempic, Wegovy e Zepbound, por meio de um novo portal governamental que deve ser lançado no próximo ano.

Esta proposta, apresenta versões orais dos remédios que poderão custar a partir de US$ 149 por mês, enquanto as injetáveis, usadas por pacientes de Medicare e Medicaid para condições aprovadas como o diabetes, terão valor mensal de US$ 245.

Numa tambem clara tentativa de desvalorizar a Medicare e a Medicaid

 

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