O retrocesso ao tempo do sr Manuel I numa “nacionalidade” falhada!

Foi ha 530 anos, antecipando-se ao vergar da cheganice ao Vox espanhol ( que põe Portugal no mapa das Espanhas) que o dito Manuel I de Portugal assinou, a 5 de dezembro de 1496, o édito de expulsão dos judeus e mouros, forçado pelo casamento com D. Isabel de Espanha.

Bem ao arrepio de 353 anos de Historia de multiculturalidade neste reino com um rei que inicialmente quisesse mesmo a expulsão ao ver as consequências e temendo a perda económica, forçou uma conversão em massa (1497), criando os "cristãos-novos", o que incluiu batismos forçados e a separação de crianças

Esta lei da “nacionalidade” segue a via manuelina…!

Nao vai haver felizmente ( por ora pelo menos), batismos forçados mas separação de crianças dos pais “à Trump” já…

Ja nao um reizinho mas um tal ministro, António Leitão Amaro,  veio chorar lagrimas de crocodilo “lamentando”  que o PS tenha faltado a um tal medievalista  consenso que só honra o PS!

Este ministro da Presidência atreveu-se ate a defender que a promulgação da Lei da Nacionalidade por Belém corrigiu o "enviesamento ideológico"da legislação existente, que rompia com um consenso nacional de décadas sobre o tema…. Tristezas que lembrando o tal Manuel I Portugal vai pagar com imigração ilegal pois a economia exige o que a maternidade nao dá em Portugal com os salarios que o parronato fornece às familias - Pessoas para trabalhar!

António Leitão Amaro minimizou a importância dos artigos em análise pelo Tribunal Constitucional, a pedido dos socialistas, que permitem a pena acessória de perda de nacionalidade em caso de crimes graves.

Para esta direita esta lei é uma "peça de uma série de reformas na política de imigração e de cidadania em Portugal", que incluiu a revisão da lei de estrangeiros, ficando a "faltar a lei do retorno, para breve na Assembleia da República", para concluir o pacote legislativo sobre esta matéria, considerou.

Um ridiculo pois a lusa economia com este “luso” patronato nao cria empregos qualificados e com remuneração adequada para esse tal retorno!

Um desastre à vista enfim na Gestão de Recursos Humanos em Portugal!

A economia portuguesa vai pagar este enviesamento ideologico direitista con reflexos bem negativos para a necessidade de Recursos Humanos no país e para a sustentabilidade cultural de 9 seculos de Historia!