Vejamos o mercado destes descendentes do gladiador de origem trácia Spartacus que viveu na República romana
As transferências de jogadores entre clubes movimentam habitualmente mais de 10 mil milhões de dólares por ano, com as Ligas Europeias (com destaque para a Premier League inglesa) a concentrarem a grande maioria dos gastos.
Só o atual ciclo de quatro anos da FIFA (que culmina com o Mundial de 2026) gerou cerca de 4,3 mil milhões de dólares em direitos televisivos.
O "bolo" comercial representa milhares de milhões, sendo o Mundial FIFA 2026 a principal montra, gerando 2,8 mil milhões de dólares através de grandes marcas mundiais.
No Mundial 2026, a FIFA distribuiu um valor recorde de 871 milhões de dólares pelas 48 seleções participantes, sendo 50 milhões destinados à seleção campeã.
Neste mercado global o “nosso” gladiador Cristiano Ronaldo está com um valor de mercado de 10 milhões de euros que tem em consideração a sua idade e o atual vínculo ao clube saudita Al-Nassr.
Para além do seu valor de transferência, o seu impacto global e património tem uma dimensão incomparável no desporto mundial:
A sua remuneração total — incluindo salários do clube, contratos de patrocínio de longo prazo (como a Nike) e outros direitos de imagem — ultrapassa os 275 a 300 milhões de dólares por ano e a sua marca pessoal e portfólio de investimentos (que inclui moda, hotéis, setor imobiliário e participações em empresas tecnológicas e de comunicação) valem centenas de milhões de euros
Mas atençao esta região peninsular iberica ja teve um outro gladiador ainda mais rico,
Na Antiguidade o condutor de quadrigas (bigas) o luso-romano Caio Apuleio Diocles ( 104/146) nascido em Lamecum (atual Lamego, Portugal) no ano de 104 d.C., ele acumulou uma fortuna estimada em cerca de 35 milhões de sestércios — o equivalente a mais de 14 mil milhões de euros na atualidade.
Abaixo estão os detalhes da carreira e riqueza de Caio Apuleio Diocles que competiu durante 24 anos.
Das 4.257 corridas em que participou, venceu 1.462.
Os prémios das corridas eram colossais. A sua fortuna ultrapassava largamente o orçamento de grandes províncias romanas, permitindo-lhe reformar-se aos 42 anos e comprar vastas propriedades na Itália.
As corridas de quadrigas eram os eventos mais populares do Império Romano e Diocles tal qual o CR7 tornou-se um ídolo de massas no Circo Máximo.
Re-olhando para este futebol seculo XXI ( nada a ver com o original…) a seleção portuguesa de futebol assegurou na sexta-feira, sem jogar, ( 28.06) o apuramento para os 16 avos de final do Mundial de 2026, depois do fecho do Grupo H, no qual o estreante Cabo Verde conseguiu uma histórica qualificação.
Portugal, que na pior das hipóteses, ficaria em terceiro do Grupo K, ( ficou em 2.o!), faria sempre melhor do que os terceiros do Grupo A (Coreia do Sul), C (Escócia), I (Senegal) e H (Uruguai), no qual os cabo-verdianos foram segundos.
Em Houston, os cabo verdianos , que tinham empatado com Espanha (0-0) e Uruguai (2-2), somaram a terceira igualdade, a zero, com a Arábia Saudita, enquanto a Espanha venceu o Uruguai por 1-0, graças a um golo de Álex Baena, aos 42 minutos.
Com estes resultados, a Espanha venceu o agrupamento, com sete pontos, contra três de Cabo Verde, que marcou encontro nos 16 avos de final com a campeã em título Argentina, e dois de Uruguai e Arábia Saudita, que foram eliminados.
Nos 16 avos de final, já estavam México, África do Sul, Suíça, Canadá, Bósnia-Herzegovina, Brasil, Marrocos, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Costa do Marfim, Equador, Países Baixos, Japão, Suécia, França, Noruega, Argentina e Colômbia.
O Brasil garantiu a qualificação para a segunda fase do Campeonato do Mundo de 2026 e venceu já o Japão.
A seleção brasileira assegurou a passagem aos oitavos de final, onde defrontará o vencedor do encontro entre a Costa do Marfim e a Noruega.
A Lingua Portuguesa mesmo que com desaires está orgulhosamente no caminho para uma vitoria no Mundial, com o Brasil, Cabo Verde e Portugal!
O Estrategizando orgulha-se com tal nesta guerra dos gladiadores do seculo XXI !