O caos recai sobre os turistas 

O novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da União Europeia que entrou em funcionamento a 12 de outubro de 2025, com introdução progressiva em todas as fronteiras até abril de 2026 mostra ao esgotamento a incapacidade gestionaria do MAI do sr Montenegro 

Na realidade em 2 meses e meio o MAI mostta a incompetencia e decide a suspensão imediata e durante três meses do sistema europeu de controlo de fronteiras!

Claro que uma associação hoteleira veio apelar  ao Governo para, com esta suspensão, "repensar toda a infraestrutura em domínios tão fundamentais como o controlo de acessos, a segurança dos cidadãos e, no final do dia, a imagem de Portugal"

Em nome dessa associação o seu presidente, da Associação de Hotelaria de Portugal, o bem conhecido Bernardo Trindade, elogia essa suspensão durante três meses do sistema europeu de controlo de fronteiras, atendendo a  que os constrangimentos no aeroporto de Lisboa têm prejudicado o turismo do país.

"A suspensão da implementação do sistema é, apesar de tudo, positiva. O reforço de meios é absolutamente imperioso. Uma atenção muito particular do Governo relativamente às suas responsabilidades é absolutamente mandatória. Nós estamos a sofrer, Lisboa está a sofrer, o país está a sofrer e é fundamental de facto que o Governo assuma esta matéria como absolutamente prioritária", disse Bernardo Trindade, em declarações à TSF.

Descontente ficou a Comissão Europeia que de imediato accionou a porta-voz do executivo comunitário para dizer  que as autoridades portuguesas vão ser contactadas "para pedir mais detalhes sobre os planos que têm" sobre a suspensão do sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários, revelando que a decisão é alheia a problemas com a implementação deste sistema.

"Vamos contactar as autoridades portuguesas para pedir mais detalhes sobre os planos que têm", disse à Lusa a porta-voz da Comissão Europeia Arianna Podesta.

O secretário-geral dos socialistas defende que Luís Montenegro tem o "estrito dever de explicar ao país" se esta decisão poderá representar "perigos para a segurança nacional"

Tambem o jose Luis Carneiro o líder do PS acusou ontem  terça-feira, 30.12,  o Governo de "impreparação e incompetência" após a suspensão temporária do sistema de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários no aeroporto de Lisboa e pediu explicações ao primeiro-ministro sobre o risco de segurança.

Portugal é fronteira da UE por mar e pelo ar sendo fundzmental que um governo todo anti imigrantes agora se mostre incapaz de gerir o modelo europeu de controlo de fronteiras!

Este novo sistema europeu é  sistema informático automatizado para registrar a entrada, saída e recusa de entrada de viajantes de países terceiros no Espaço Schengen.

Ele substitui os carimbos manuais nos passaportes por um sistema digital centralizado. 

Afeta as e os cidadãos de países não pertencentes à UE, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, que viajam para estadias de curta duração (até 90 dias num período de 180 dias) não se aplica a Chipre e Irlanda. 

Na fronteira externa do Espaço Schengen, os viajantes usam quiosques (totens) para escanear seus passaportes, tirar fotos e coletar impressões digitais.

Esses dados são armazenados no sistema EES, criando um registro digital da sua entrada e saída.

Em viagens futuras, o processo será mais rápido, pois os dados já estarão no sistema, bastando escanear o passaporte. 

Pretende tornar o controle de fronteiras mais inteligente, rápido e seguro.

Reforçar a segurança e a gestão da migração na UE.

Garantir o cumprimento da regra dos 90/180 dias. 

Países envolvidos (Espaço Schengen + Associados):

Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, República Checa, Espanha, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Suécia, Eslováquia, Eslovénia, Suíça e Roménia (em breve).