Este cabaz alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Nele são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Depois de uma descida na semana passada, o cabaz volta a aumentar e atingir o valor mais elevado desde o início da monitorização, em 2022, divulgou a DECO em comunicado.
Entre 29 de abril e 06 de maio, os três produtos que mais aumentaram de preço foram o atum posta em óleo vegetal aumentou para 1,54 euros (+20% que na semana anterior), a massa esparguete passou a custar 1,13 euros (+15%) e o queijo curado fatiado embalado subiu para 2,61 euros (+14%).
Diz a Deco Proteste, que há um ano, era possível comprar os mesmos produtos por menos 22,94 euros (menos 6,60%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 74,19 euros (uma diferença de 39,52%)
Em relação ao ano passado, as maiores subidas de preços verificaram-se em produtos como a couve-coração (44%, custando atualmente 2,02 euros por quilograma), o robalo (34%, situando-se atualmente nos 10,33 euros por quilograma) e os brócolos (31%).
Desde 05 de janeiro, os maiores aumentos foram registados na carne de novilho para cozer (124% para 13,04 euros por quilograma), a couve-coração (103% para 2,02 euros por quilograma) e os ovos (84% para 2,10 euros).