O que ele pretendia, como logo admitiu, era encontrar-se na prisao da Papudinha com Jair Bolsonaro e incluía rapapés com o candidato de oposição Flavio Bolsonaro e até mesm com o próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, para confabular sobre o pleito brasileiro.
Ocorre que, para visitar o preso Bolsonaro, é necessária autorização do Supremo Tribunal Federal — no caso, do ministro Alexandre de Moraes, responsável pela execução da pena.
Moraes, num primeiro momento, autorizou nas datas habituais de visita.
Depois, provocado pela defesa de Bolsonaro a abrir uma data especial para o encontro "em função dos compromissos da agenda diplomática" da visita de Beattie, consultou o Itamaraty sobre que compromissos e datas seriam estes.
O Itamaraty informou que não fora comunicado de qualquer compromisso diplomático de Beattie pelo que Moraes voltou atrás e negou a visita.
O Itamaraty, por seu lado, revogou o visto de entrada para Beattie.
Num gesto de reafirmação da soberania brasileira e do princípio da reciprocidade, o presidente Lula aproveitou a ofensa e resolveu dar um basta na humilhação.
Assim afirmou que Beattie só entrará no país quando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e sua família puderem ter visto para viajar aos Estados Unidos pois desde agosto do ano passado, a mulher e a filha de dez anos do ministro tiveram os vistos revogados.
Enfim as manobras do governo de duck Trump para influenciar e ameaçar o processo eleitoral de outubro próximo.
Agentes de Trump já operam em estreita união com a candidatura de Flávio Bolsonaro, numa disputa entre dois campos muito claros.
De um lado, os que usarão de todos os meios para submeter o Brasil à hegemonia estadunidense e do outro, a candidatura patriotica de Lula, destinada à defesa da soberania e comprometida com a construção de um país autonomo como princípio para o desenvolvimento.