Baixa produtividade ou economia paralela?

A economia paralela tem um peso variavel de estudo para estudo entre os 24% e os 35% do PIB o que subverte totalmente os lusos indices de produtividade. O exemplo a seguir é mais um de sustentação da economia paralela.

Assim a GNR detetou um veículo pesado de mercadorias com 112 950 quilogramas a circular sem autorização especial de trânsito na Autoestrada 2 (A2), no concelho de Grândola, conforme noticiou na  segunda-feira, 18.05,  o Comando Territorial de Setúbal.

A ação inspetiva fora realizada no dia 15 de maio, por via  do Destacamento de Trânsito de Setúbal,

A GNR detetou um veículo pesado de mercadorias com 112 950 quilogramas a circular sem autorização especial

Segundo a GNR, o veículo transportava carga a granel, concretamente areia, tendo acusado um peso bruto de 112 950 quilogramas, quando o limite máximo permitido para este tipo de circulação é de 44 000 quilogramas pelo que o excesso de peso registado foi de 68 950 quilogramas.

As autoridades apuraram ainda que houve mais um  conjunto de veículos, de configuração euro-modular, que circulava sem a respetiva Autorização Especial de Trânsito (AET), obrigatória para este tipo de circulação na via pública.

Desta ação inspetiva resultou a elaboração de um auto de imobilização do veículo, bem como autos de contraordenação por excesso de peso, falta de autorização especial de trânsito e circulação com carga que afetava as condições de segurança.

No âmbito da mesma operação de fiscalização, a GNR registou ainda seis infrações por excesso de peso e 22 autos relacionados com diversas infrações rodoviárias.

A economia paralela em grande estilo…

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana relembra que o transporte de mercadorias deve cumprir os limites legais de peso e as condições de segurança previstas na legislação em vigor, «de forma a garantir a segurança rodoviária de todos os utilizadores da via».

É esra economia que nao paga impostos ( que pode representar 1/3 do PIB) que fragiliza a reslidade sócio economica do país e trava a evolução na saude, na educação, na habitação…!

Curiosamente nem cheganos, nem Il’s, nem CDS’s, nem PSD’s, tao vezeiros no abaixar impostos falam desta realidade!