“Entre 1960 e 1974, cerca de 1,43 milhões de pessoas terão deixado Portugal….mais de 40% o fizeram ilegalmente. É sintomático que a década de 60 seja a única em que, no século XX, se verifica um valor negativo (-3,1%) da taxa de variação da população residente. ... Se “a maior riqueza de um país é a sua população”, como dizia em 1965 o ministro Silva Cunha, Portugal estava a perder a sua “maior riqueza” a um ritmo vertiginoso, ( publico )
Entre ás hodiernas elites nao sao poucas as vindas dos espaços coloniais com o findar de uma guerra colonial estupida e que terminou em processo de abandono porque processo com 13 anos de atraso!
Dessas elites citamos este deputado e ex lider partidario, havendo bem mais, como acompanha o historiador Eugenio Monteiro Ferreira!
“Rui Nuno de Oliveira Garcia da Rocha (Lobito, 13 de março de 1970) é um gestor e político português. Foi Presidente da Iniciativa Liberal de 2023 a 2025 e, atualmente, é deputado à Assembleia da República pelo partido, (wikipedia)
O mesmo disse, sem indicar dados, e esquecendo que por um triz nao seria candidato a deputado por nao ser portugues,
“Portugal é um país seguro, temos bons indicadores genericamente, mas há certos fenómenos de criminalidade que estão hoje mais preocupantes e zonas do país onde os fenómenos são mais preocupantes.( Rui Rocha)
E assim, esquecendo que por um triz era Angolano e nao portugues, mas com um pouco pudor vá ainda assim acompanh o sem juizo sr ventura, “O presidente do Chega, André Ventura, afirmou, “ A decisão de inconstitucionalidade sobre a lei dos estrangeiros não é compreensível. Não há nenhum direito familiar que se sobreponha à segurança do país e das suas fronteiras. É um espírito de esquerda que se apoderou das instituições e contraria aquilo em que os portugueses votaram no dia 18 de maio”, escreveu André Ventura na rede social ‘X’.”
E portanto retomamos o absurdo tema da “segurança” num pais onde a insegurança está nos incendios das matas e florestas com a base de dados nacional de incêndios rurais …entre 1 de janeiro e 31 de julho de 2025, um total de 4 758 incêndios rurais que resultaram em 33 224 hectares de área ardida, entre povoamentos (15 545 ha), matos (13 704 ha) e agricultura (3975 ha)
Querem falar por favor desta efetiva insegurança com habitações e pessoas em elevado risco com terrenos queimados afetando os solos, com a delapidação das aguas para conter os fogos com a poluição ambiental gerada!?
Mas retomemos as declarações do “ diretor da PJ citou números referentes à criminalidade violenta – a qual, como o DN noticiou, tem vindo a diminuir desde há 20 anos – e o facto de o rácio de estrangeiros reclusos ter evoluído na razão inversa do aumento da população imigrante. O mesmo tipo de evolução sucedeu, como demonstra uma notícia do DN de 19 de janeiro, com os detidos pela polícia que Luís Neves dirige, especializada na investigação da criminalidade grave e violenta. Assim, se em 2009, quando a população estrangeira residente somava menos de meio milhão (454 191), a PJ deteve 631 estrangeiros (correspondendo a 138,9 detidos por 100 mil imigrantes), em 2023, com o número de estrangeiros residentes mais que duplicado (1 044 605), foram 513 os detidos, correspondendo a 49,1 por 100 mil residentes.
Mas o diretor da PJ explicou mais: “não só esta redução do rácio de detidos estrangeiros face ao número de residentes não portugueses foi consistente nos últimos 14 anos, como uma parte considerável dos detidos e reclusos estrangeiros, sobretudo relacionados com tráfico de estupefacientes, não são imigrantes mas elementos daquilo a que dá o nome de “criminalidade transnacional” – com relevo para as “mulas de droga”, pessoas que viajam com substâncias ilegais e são apanhadas nos aeroportos (geralmente, sublinha Luís Neves, mulheres de baixa condição sócio-económica que passam uns anos presas em Portugal e regressam aos seus países a seguir).” (DN)
Segundo também o DN num balanço feito a 31 de dezembro de 2023 pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, apresenta-se um universo prisional em Portugal de 11 287 homens e 906 mulheres com 9479 homens portugueses e 678 mulheres portuguesas sendo os restantes, são homens e mulheres de outras nacionalidades em quatro categorias: Países de África, países da América do Sul, países da Europa e outros países.
Luís Neves adverte que “não se deve misturar quem comete crimes em Portugal, sendo estrangeiro, que veio a Portugal para cometer crimes”, a “criminalidade itinerante” - assente “no património, nos furtos, no tráfico de droga” - “daqueles que vivem cá, sendo imigrantes, que cometem crimes”.
“Portanto, isto tem que ser desconstruído. E esses dados desconstroem tudo isso”, rematou o diretor da PJ, depois de dedicar quatro minutos da sua intervenção na conferência a apresentar a sua perspetiva, que é a de alguém que trabalhou durante “24 anos na unidade que tem a responsabilidade de combater o crime mais grave, o mais violento, as ações criminosas e o terrorismo”.
Ora bem como este discurso nao cabe no discurso oficial das Direitas da “segurança” por crimes urbanos va de atacar quem sabe e quem traz informação credivel para o debate exorcizando Luis Neves tal qual bafienta inquisiçao!