caracterizou-se pela forte repressão ao peronismo, pela censura e pelo fuzilamento de opositores.
O seu governo terminou com o sequestro e execução do ex-presidente em 1970 pela organização guerrilheira Montoneros.
Aramburu assumiu a presidência de facto em novembro de 1955 ao depor o general Eduardo Lonardi, que anteriormente havia liderado o golpe militar que derrubou Juan Domingo Perón.
Este ditador proibiu símbolos, canções e a própria menção ao nome de Perón, que passou a ser chamado de "tirano prófugo".
Autorizou o fuzilamento de 27 militares e civis que se rebelaram contra o governo em 1956 (episódio que ficou conhecido como os fuzilamentos de José León Suárez) e alvo da guerrilha.
Em maio de 1970, foi sequestrado e executado pela organização Montoneros, um evento que marcou o início da luta armada sistemática na Argentina.
A magistrada Alicia Vence afirmou que houve “responsabilidade do Estado argentino no planeamento, execução e acobertamento” e declarou que, se estivessem vivos, os responsáveis deveriam ser condenados à *prisão perpétua*.
O único sobrevivente que chegou vivo a esta fase é Juan Carlos Livraga*, “o executado que vive”.