A cidadania elegeu massivamente um reformista - Antonio José Seguro!

Tratou-se de uma opçao inesperada na qual as Esquerdas mais radicais pouco contaram e por uma infeliz opção!

Na realidade em jogo como se viu, estava o travar o fascista venturinha- Tambem nao deixa de ser estranha a pressa com que o sr Montenegro “foi aos ovos” fazendo um discurso eleitoralista como se tivisse de se afirmar perante a vitoria presidencial de Antonio Jose Seguro

E nao em poucas palavras o primeiro ministro que viu fugir-lhe o eleitorado quer para Seguro quer para o fascista venturinha disse entre outras palavras,

“Quero deixar uma palavra de felicitação ao António José Seguro, Presidente da República eleito”, afirmou publicamente, adiantando que já tinha falado com o novo presidente eleito, bem como com o candidato vencido, André Ventura.  “Ao Dr. António José Seguro garanti em nome do Governo toda a disponibilidade para trabalharmos em prol do bem de Portugal para salvaguardarmos o interesse de todos os portugueses, com toda a cooperação, com todo o sentido de servirmos Portugal e o povo português de forma construtiva e positiva, na qualidade que a Constituição atribui a cada um. Cooperação e contribuição serão nota dominante que garantirá a estabilidade política em Portugal, juntamente com estabilidade económica e social neste período que agora abrimos de três anos e meio sem eleições”,

Ora, nao se mostrando em guerra com ninguem abusando para nós ate da pacificação Antonio Jose Seguro garante que nao parará até que  as famílias afetadas possam ter todos os apoios previstos exigindo uma imediata entrega dos apoios concedidos

Falhou-lhe no entanto um afirmar de incentivar uma politica ambiental de salvaguarda da relaçao Pessoa / Natureza / Economia

Nao entendemos no Estrategizando por isso  que a primeira reunião do Conselho de Estado seja dedicado à "defesa e à segurança - contra a criminalidade, de vidas e de bens", em vez de nele se abrir o essencial debate sobre a atual crise climatica.

No entanto soube afirmarbque  o Estado "não pode ter pés de barro" e deve ser capaz de "prevenir" estes fenómenos adversos.

Seguro declarou  que não esperava uma demonstração de confiança "desta grandeza", mas afirma ter "humildade para a receber com muita honra".

Soube sinda declarar que s  "vida do PS é com o PS".

"Eu tenho muito orgulho no meu passado e nas minhas raízes, nunca o escondi, mas não tenho atividade partidária há 11 anos, nem terei", afirma.

Sobre a entrega do cartão de militante, defende que este tem um "valor simbólico", ressalvando que, durante a sua atividade partidária, nunca se coibiu de assumir a sua independência quando necessário. "É isso que eu farei na minha atuação como Presidente da República. Estou acima dos partidos", insiste.

Quanto  à relação com o Governo, António José Seguro garante que "será leal" e promotor de uma "relação institucional profícua".

Quanto à duração da legislatura, garante que não será por si "que ela será interrompida".

Garante ainda que liderará o país ao seu próprio "estilo".

Afirmou  a sua "lealdade à Constituição", acentuando que a sua "liberdade" é a "garantia" da sua independência.

"Vou tratar todos os partidos por igual", garante, e  promeverá "relações profícuas" no Parlamento.

"Não há desculpas. Portugal tem uma oportunidade única para que os partidos, o Parlamento e o Governo encontrem soluções duradouras para resolver os grandes problemas que enfrentamos", atira.

Reafirmou a urgência de planear a resposta do Estado a catástrofes naturais. "Não há tempo a perder", refere.

"Serei o impulsionador dessa mudança. (...) Comigo, não ficará tudo na mesma. Estarei vigilante"

Foi bem claro ao dizer  que, em Belém, "os interesses ficam à porta".e aue a sua palavra, "terá peso e consequência" Acreditando que ."Somos maiores do que qualquer crise. O futuro não se espera. Faz-se. Portugal tem todas as condições para ser melhor", vinca.

Afirmou que "A maioria que me elegeu extinguiu-se esta noite", assegura.

Seguro lembrou o seu percurso, "Lembro-me do jovem que acreditou que a democracia pode mudar vidas", atira, esclarecendo que "continua a pensar igual".

"Sou um de vós. Sou um de nós. Esta vitória não é minha. É nossa. É de cada pessoa que acreditou e tem esperança num país melhor", e irá "avançar sem deixar ninguém para trás" e aceita "com grande emoção" o cargo de Presidente da República e que será o Presidente de "todos, todos, todos os portugueses" - incluindo aqueles que não votaram em si.

António José Seguro relevamos iniciou o discurso deixando uma "palavra de pesar" pelas "15 vidas perdidas" devido à tempestade Kristin

Pars com aqueles que têm as suas vidas condicionadas, seja porque ficaram sem casa ou viram as suas empresas afetadas e declarou que a solidariedade dos portugueses "não podem nunca substituir a responsabilidade do Estado". E afirma que os 2,5 mil milhões de euros têm de chegar "agora" ao terreno, sublinhando que não vai aceitar "burocracias".

"Não vos esquecerei e não vos abandonarei", assegura, destacando que há ainda "muito trabalho a fazer".

Aponta que Portugal tem de ser "melhor na organização do que no improviso" e reforça a necessidade de preparar os impactos de fenómenos adversos.

Sobre as eleições desta noite, afirma que os vencedores são "os portugueses e a democracia".

"Os portugueses por terem, em condições muito adversas, superado mais um desafio e afirmado a sua democracia. A democracia porque o processo e o resultado evidenciam uma forte adesão aos valores democráticos e um Portugal unido na sua identidade coletiva", assinala.