Para o PR Seguro o acordo entre EUA e Irão é "sinal claro" de que "negociação e respeito" são "os caminhos mais eficazes"… sim mas…

O Presidente da República, António José Seguro, entendeu esta segunda-feira que o acordo entre Estados Unidos e o Irão é "um sinal claro" de que "negociação, compromisso e respeito mútuo" são os caminhos "mais eficazes" para alcançar segurança e a paz.

Absolutamente de acordo so que lamentavelmente tarde e a más horas depois de uma inutilidade de mortos e feridos!

No encerramento da Grande Conferência Anual do Diário de Notícias, o chefe de Estado português voltou a saudar, como tinha feito esta manhã através do sítio oficial da Presidência da República, o acordo alcançado entre os Estados Unidos da América e o Irão e sublinhou "a importância do diálogo e da diplomacia na resolução pacífica dos conflitos internacionais".

Nos acrescentariamos que há que dar poderes à ONU para traavar penalizando os provocadores das guerras

E aqui apontamos o dedo sobretudo aos EUA à Ucrania à Federaçao Russa e à impotencia da UE da sra Leyen!

Basta de calar face aos factos!

O PR Seguro entretanto afirmou que, "Num momento marcado por elevadas tensões geopolíticas, este entendimento representa um sinal claro de que a negociação, o compromisso e o respeito mútuo continuam a ser os caminhos mais eficazes para promover a estabilidade, a segurança e a paz entre os povos".

E mais, "a convicção de que os desafios internacionais devem ser enfrentados através de soluções políticas e diplomáticas" e rejeitou "a escalada da confrontação", destacando a "cooperação internacional e o respeito pelo direito internacional e pela Carta das Nações Unidas".

"Portugal continuará empenhado na defesa do multilateralismo e de uma ordem internacional assente no diálogo, na paz e na resolução pacífica das divergências entre Estados e agradeço os esforços dos mediadores", enfatizou o PR .

O acordo-quadro entre Estados Unidos e Irão para terminar as hostilidades foi assinado eletronicamente pelo Presidente estadunidense duck Trump, e pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, segundo um responsável dos EUA.

Trump  assim assegura que o estreito de Ormuz estará "totalmente aberto" na próxima sexta-feira, 19.06, data prevista para a ratificação formal pelas duas partes e o líder estadunidense optou por assinar pessoalmente o documento para demonstrar o seu envolvimento direto no processo.

É o primeiro entendimento formal entre EUA e Irao  desde o início da recente guerra regional

Vale a pena referir os mortos onde se releva a tentativa de decapitar a liderança iraniana pelos EUA que com Trump nao entende nada da diversidade cultural mundial pois essa tentativa só aproximou de um regime totalitário uma parte da cidadania !

Os mortos

 

  • Alireza Tangsiri: Comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, responsável pelo estratégia de fechamento no Estreito de Hormuz. Teve sua morte confirmada nesta segunda-feira (30).
  • Ali Khamenei: Antigo líder supremo do Irã, morto em um bombardeio no primeiro dia do conflito, sábado, 28 de fevereiro. Aos 86 anos, Khamenei liderou o país por mais de três décadas, desde que sucedeu o aiatolá Ruhollah Khomeini (1902-1989), fundador da República Islâmica do Irã em 1979. Ele foi sucedido por um de seus filhos, Mojtaba Khamenei, que é o atual líder supremo do Irã.
  • Ali Larijani: Antigo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional. Larijani foi o político de mais alto escalão assassinado após o líder supremo Ali Khamenei. Seu filho e um de seus assistentes foram mortos no ataque israelense realizado durante a noite da terça-feira no dia 17. Foi substituído por Mohammad Bagher Zolghadr, ex-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), como chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, conforme reportagem do Jornal Al Jazeera.
  • Alireza Bayat: Vice-chefe de segurança do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, foi morto juntamente com Ali Larijani, no dia 17 de março, segundo informações da mídia estatal iraniana. Antes de trabalhar para o Conselho de Segurança, Bayat chefiava a Organização de Peregrinação e Hajj do Irã e, anteriormente, atuou nas instituições de segurança do país, segundo a agência Tasnim.
  • Esmail Khatib: Ex-ministro da Inteligência Iraniana, teve sua morte confirmada pelo atualpresidente iraniano, Masoud Pezeshkian, no dia 18 de março, o assassinato teria sido efetuado na terça-feira, 17. Ele estudou jurisprudência islâmica com diversos clérigos de alto escalão, incluindo Ali Khamenei. E ocupou vários postos importantes no Ministério da Inteligência e no Gabinete do Líder Supremo do Irã.
  • General Gholamreza Soleimani: Ex-chefe da milícia interna Força Basij desde 2019, quando foi nomeado por Ali Khamenei para o cargo. Como comandante da Basij, Soleimani era frequentemente mobilizado para conter distúrbios internos. Soleimani também morreu na terça-feira do dia 17 de março.
  • Mohammad Pakpour: Comandante na chefia da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) de junho de 2025 até sua morte.Veterano de guerra, o comandante havia liderado anteriormente as unidades blindadas da Guarda Revolucionária Islâmica e, posteriormente, uma divisão de combate durante a guerra com o Iraque na década de 1980. Pakpour liderou as forças terrestres da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) por 16 anos antes de ser nomeado comandante da Guarda Revolucionária. O ex comandante morreu no primeiro dia do conflito, 28 de fevereiro.
  • Aziz Nasirzadeh: Ministro da Defesa do Irã no governo de Pezeshkian, que chegou ao poder após as eleições de 2024. Segundo reporta o jornal Al jazeera, anteriormente ele foi vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas e também atuou como comandante da Força Aérea iraniana de 2018 a 2021. Ele foi morto no dia 28 de fevereiro.
  • Ali Shamkhani: Secretário do Conselho de Defesa do Irã e um conselheiro próximo do Líder Supremo Khamenei. O homem de 70 anos, morto no dia 28 de fevereiro, também supervisionou as negociações entre os Estados Unidos e o Irã sobre o programa nuclear iraniano. também liderou o Conselho Supremo de Segurança Nacional (SNSC) do Irã por uma década, até 2023, tornando-se o segundo chefe de segurança com o mandato mais longo desde 1979, reportou o Al jazeera.
  • Abdolrahim Mousavi: Mousavi foi morto no dia 28 de fevereiro. Segundo o jornal Al Jazeera ele atuou como chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã. Ele havia sido nomeado para este cargo por Khamenei poucos dias após os ataques de Israel ao Irã em junho do ano passado. Foi comandante na chefia do exército iraniano de 2017 a 2025. Em março de 2023, os EUA, juntamente com a União Europeia, o Reino Unido e a Austrália, sancionaram Mousavi, sob a acusação de ter cometido graves violações dos direitos humanos no Irã.Segundo um relatório do Departamento de Estado dos EUA, “militares iranianos sob o comando de Mousavi teriam disparado metralhadoras contra manifestantes em novembro de 2019”.
  • Ali Mohammad Naini: Naini era porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã. Ele havia assumido o cargo em 2024, e era tido por Israel como o “maior propagandista do regime iraniano”. Seu assassinato foi cometido no dia 20 de março em ataques lançados pelos Estados Unidos e Israel, informou a TV estatal iraniana.

Mais mortos feridos etc

468 pessoas mortas 26 500 feridos 6 000 militares mortos 150 navios afundados 200 militares EUA mortos 3 000 militares feridos ou segundo EUA 15 militares mortos 538 feridos Segundo Israel 14 militares Israel mortos 11 desaparecidos 7.740 civis feridos 565 militares feridos