Numa visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".

A rutura resultou do rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.

"Temos hoje 15 camiões com enrocamento para reforçar a quebra que surgiu. Amanhã de manhã, mais camiões vêm reforçar com enrocamento", disse Pinto Luz, citado pela emissora RTP Notícias.

Diz o ministro que esta solução , "é a única coisa que nós podemos fazer enquanto as águas não descerem", admitiu o ministro.

Pinto Luz disse também que a fissura, no sentido norte-sul, "pode alastrar" para o outro sentido.

O dirigente acrescentou que, "enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo".

"Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviços dos portugueses", disse Pinto Luz.

"O compromisso do Governo é de absoluto comprometimento com esta solução. Estamos com todos os meios mobilizados e não sairemos daqui enquanto não conseguimos com todas as equipas colocar outra vez a A1 em funcionamento", garantiu o ministro.

Se lembrarmos que na China se construiu uma ponte em pleno mar se pode dizer que a Brisa vai mal nas soluções tao mal quanto  os 27 anos necessarios para haver uma auto estrada em Portugal em resultsgo do salazarento regime qur vomstruiu 60km de autoestrada em ;8 snos dd ditadura!

Vale divulgar que a imponente ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, que é a maior travessia marítima do mundo com 55 km, levou cerca de 9 anos para ser construída, iniciando em 2009 e inaugurando no final de 2018

Apresentando solucoes ce pedreiro ( no mau sentido do termo) sugeriu hoje a Brisa  aos automobilistas a utilização de alternativas à interrupção da autoestrada no sentido Norte-Sul junto ao nó de O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, veio dizer  hoje   quinta-feira, 12.02,  que aponta para várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra., ao quilómetro 191, através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.

Vencida pela Natureza esta Brisa de pouco esforço fez um comunicado onde diz que, "não sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação", está empenhada em "minimizar transtornos" e que "poderão ser usadas como vias alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2".

Entretanto e em parte devido à incutia ns construçao piblica e privada morrerem dezasseis pessoas em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

Mas a A1 é um troço de autoestrada que  remonta a 1961, altura em que foi aberta a ligação Lisboa – Vila Franca da então nova N 1.

Dois anos depois, em 1963, foi a vez de ficar completa a atual extremidade norte da autoestrada, o troço contínuo entre o Porto e Carvalhos.

E assim se quedou o salazarento regime sendo, e durante anos a fio, a ligação em auto-estrada entre Lisboa e Porto limitada  a dois pequenos troços junto às duas cidades nuns tristes 60km. Depois do 25 de abril entre as crises financeiras vividas em  1977, acrescentou-se o troço entre Vila Franca e o Carregado e, em 1980, a ligação Carregado – Aveiras de Cima.

E o  ritmo de construção acelera em 1982, com a abertura ao tráfego do troço Condeixa – Mealhada e em 1983, com a abertura do troço Albergaria-a-Velha – Santa Maria da Feira. Outros troços importantes foram construídos em 1987 e 1990, até que em 1991 a A1 ficou enfim concluída, com a abertura do último troço, de 85 km, entre Torres Novase Condeixa.

Hoje uma tempestade e as suas consequencias la estragou dramaticamente esta de construção dificil autoestrada que mostra a “politica de desenvolvimento” do salazarento regime tao amado por uns tristes 30% da cidadania lusa

Ah mas é a oposição ao atual regime, dizem eles histericos de um histerico lider!

“Que se lixem as eleições” disse o histerico venturinha ( e ainda assim teve 30% dos votos) que se mostra nos dias das eleições sempre à saida da missa catolica este que esquece o mandamento amar os outros como a nós mesmos

Ah e a igreja a deixar ser palco partidario seguindo os “velhos tempos” do sr cerejeira …da extrema direita!