A posição foi expressa pelo ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, ao comentar a agressão militar dos EUA ao país sul-americano.

Ao tratar do tema, Wang Yi realçou  que a postura adotada pelos Estados Unidos contraria os princípios básicos do direito internacional e ameaça a estabilidade global, aponta reportagem do RT Brasil.

Não acredito que nenhum país possa agir como polícia internacional, nem concordo que um país possa reivindicar ser juiz internacional”, afirmou Wang Yi, em crítica direta à ação estadunidense contra a Venezuela.

A soberania e a segurança de todos os Estados “devem ser plenamente protegidas pelo direito internacional”.

O ministro destacou ainda que a RPChina mantém uma posição histórica contrária ao uso da força nas relações entre países. De acordo com Wang Yi, Pequim sempre se opôs “ao uso ou ameaça do uso da força nas relações internacionais e à imposição da vontade de um país sobre outros”, incentivando a defesa de soluções diplomáticas e multilaterais para conflitos internacionais.

Neste  contexto global, o chanceler chinês observou que práticas de assédio unilateral estao a  intensificar-se  num cenário internacional marcado por instabilidade e alto grau de interligação entre as nações. Neste ambiente, segundo ele, a ação contra a Venezuela provocou “grande preocupação” na comunidade internacional.

As declarações foram feitas durante um encontro entre Wang Yi e o ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Ishaq Dar, realizado em Pequim no domingo, 04).01.

O representante chinês entao afirmou que seu país está disposto a continuar a trabalhar em conjunto com outras nações para defender os princípios da Carta das Nações Unidas, a soberania e a igualdade entre os Estados, além de preservar a paz e o desenvolvimento mundial.

A China condenou formalmente o uso da força pelos Estados Unidos, classificando a ação como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana.

Pequim também instou pela libertação “imediata” dos sequestrados e pela “suspensão da derrubada do governo da Venezuela”.

Nada mais que olhar agora para as ditaduras no mundo e vermos por onde se passeiam e veremos que antes da Venezuela os EUA deveriam se fosse a Democracia que os preocupasse, agir

 

Países com Regimes Totalitários ou Autoritários,

  • Ásia: Coreia do Norte, (pro e dependente da RPC), China, ( potencia, comunista), Irão(islamico), Arábia Saudita(islamico e pro EUA), Afeganistão (Talibã islamico e pro EUA), Síria( islamico indefinido mas a aproximar-se dos EUA) Turcomenistão ( islamico pro russo) , Vietnam( comunista pro chines), Laos( comunista pro chines), Myanmar ( budista pro “ocidente” via terras raras).
  • Europa: Bielorrússia ( pro Russia) , Rússia (potencia com características autoritárias fortes), Ucrania (pro UE com características autoritárias fortes)
  • América: Venezuela ( terceiro mundista com características autoritárias fortes ), Cuba( pro Russia com características autoritárias fortes), Nicarágua (pro Russia com características autoritárias fortes); EUA ( super potencia com carateristicas autoritárias crescentes )
  • África: Chade( sem Estado), Mali( autoritarismo nacionalista militar), Guiné( em transição democrática pro França ) , Eritreia( sem Estado), Sudão( sem Estado), República Centro-Africana ( transição democratica pro França), Uganda( pro EUA democracia autoritária), Zimbábue ( pro emiratos arabes unidos), Etiópia ( sem Estado), Somália( Sem Estado), Argélia( pro Russia ) , Angola( pro EUA), Camarões( pro França) , Egito( pro EUA) , Líbia ( Pro EUA) .
  • Oriente Médio: Arábia Saudita(islamismo, pro EUA) , Irão. ( islamismo) , Síria ( islamismo pro EUA), Iêmen( islamismo), Catar( islamismo pro EUA), Emirados Árabes Unidos( islamismo pro EUA) , Bahrein( islamismo pro EUA) , Omã ( islamismo EUA), Jordânia( islamismo) , Kuwait( islamismo) . 

Sao 13 os Estados o integrarem srgundo o sr Trump os EUA mais o Canadá, o México, à Gronelandia, quiçá o Brasil!

E perante tudo isto onde andam a UE e a Nato?