A líder do elenco governativo dinamarquês referiu que "não foi uma reunião fácil" e agradeceu aos ministros dinamarquês e gronelandês por terem defendido, claramente, "a posição do Reino" e por "terem respondido aos argumentos americanos".
Entretanto, a Dinamarca enviou reforço militar para o território autónomo insular e garantiu o compromisso de vários países europeus para uma missão conjunta de apoio a Copenhaga.
"Há um consenso na NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) de que uma presença reforçada no Ártico é essencial para a segurança europeia e norte-americana", segundo Frederiksen.
A primeira-ministra da Dinamarca referiu ainda que o seu país "investiu bastante em novas capacidades para o Ártico", destacando que "vários aliados estão a contribuir em exercícios conjuntos na Gronelândia e imediações".