O discurso em modo fake new sobre as Greves Gerais de JMTavares e do Público de 2026!

A batota é explicita no titulo do texto opinativo de JMTavares de 04.06.26 e isto é grave  no católico dia da  Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue  de Cristo celebrada pela Igreja Católica a religioso de JMTavares para assinalar a presença de Cristo na Eucaristia.

Realcemos que a Eucaristia é o sacramento central da fé católica, onde o pão e o vinho são consagrados e transformados no Corpo e Sangue de Jesus Cristo(transubstanciação). Instituída na Última Ceia, é considerada a fonte e o ápice da vida cristã, celebrando o sacrifício redentor e a ação de graças.

Pois nesse dia o católico JMTavares e o publico colocam na ultima pagina um titulo escabroso de falso “Porque é que so ha greves gerais quando o PSD governa?”

JMTavares ate minimiza a fake new logo na abertura da fake new “Admito que o titulo deste artigo seja um bocadinho injusto…”

Diz ele que houve desde o 25 de abril 12 greves gerais ( era serio dizer que nao as houve antes porque os portugueses e os PALOP entao Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas, CONCP, viviam em feroz ditadura!)

Com o PS diz ele a viver duas e o PSD 10! Onde está aqui a fake new? Na forma como se relatam os factos!

Assim,  a primeira greve geral no país teve lugar em 12 de fevereiro de 1982, durante o governo da Aliança Democrática (AD) chefiado por Francisco Pinto Balsemão, e tinha como lema geral “Uma Só Solução: AD fora do Governo!”.

Segundo o livro “50 Anos de Luta com os Trabalhadores” organizado pelo ex-dirigente da CGTP José Ernesto Cartaxo, em finais de 1981 na altura o desemprego registado  era de 8,8%,  a previsão da OCDE para a inflação do ano seguinte era de 25%, e  o governo da AD anunciara um “teto” salarial de 14,75% e a intenção de rever a lei laboral para “facilitar os despedimentos”, o que provocou uma situação social “explosiva”.

Convocada pela CGTP, a paralisação de 24 horas mobilizou mais de um milhão de trabalhadores contra o governo da Aliança Democrática (AD), liderado por Francisco Pinto Balsemão um primeiro ministro “de substituição” face ao assassinato feito por fascistas de Sa Carneiro e o alvo principal Amaro da Costa!

O protesto visava travar um conjunto de leis laborais promovidas pelo governo que facilitavam os despedimentos, impunham tetos salariais e agravavam a precariedade.

O país enfrentava uma grave crise financeira, herança deixada para Mario Soares e Mota Pinto. inflação elevada e um aumento acentuado do desemprego.

Estima-se que cerca de um milhão e meio de trabalhadores de vários setores (metalurgia, indústria naval, construção civil, têxteis e transportes) tenham aderido. Cidades industriais como o Barreiro paralisaram por completo.

A greve foi apoiada pelo PCP e outros partidos de esquerda, mas a UGT demarcou-se da paralisação e recusou participa

A greve geral de 11 de maio de 1982 foi a segunda greve geral da democracia portuguesa. Convocada pela CGTP-IN, a paralisação teve como principais motivos o protesto contra a repressão policial nos comícios do 1º de Maio no Porto, a demissão do governo da AD (Aliança Democrática) e a rejeição de um pacote laboral que limitava direitos.

A greve foi precipitada pelas tensões e pela forte repressão sobre as comemorações do Dia do Trabalhador nesse ano, que resultaram em feridos.

Para além da demissão do governo, os sindicatos exigiam a dissolução da polícia de intervenção, o fim das tentativas governamentais de impor limites aos aumentos salariais e a defesa das "conquistas de Abril"

Seis anos depois, em 28 de março de 1988, o motivo para uma paralisação geral no país, que uniu as duas centrais sindicais, CGTP e UGT, pela primeira vez, foi o pacote laboral apresentado pelo governo do PSD, liderado por Aníbal Cavaco Silva, tendo esta greve sido precedida por intensa luta com várias paralisações no setor dos transportes. 

Sob o lema “Não ao Pacote Laboral; pelo Emprego, pelo Progresso”, foi precedida por um dia nacional de luta , em 17 de março, que paralisou a maior parte da indústria e todos os transportes, “configurando uma pré-greve geral”, recorda o referido livro.

No final de maio do mesmo ano, o Tribunal Constitucional acabou por dar razão aos sindicatos, ao declarar inconstitucionais normas previstas no pacote laboral do executivo de Cavaco Silva, que alteravam o regime jurídico da cessação do contrato individual de trabalho.

Cavaco Silva tinha saído vencedor das eleições de 1987 com uma maioria absoluta jamais alcançada por um só partido e reunia condições para fazer aprovar novas leis laborais.

À meia-noite do dia 28, Torres Couto, líder da UGT, andava pela estação da Carris de Lisboa com os sindicalistas da CGTP e Carvalho da Silva movimentava-se junto dos piquetes da Lisnave.

Esta greve geral foi conjunta entre CGTP-IN e UGT. O Presidente da República, Mário Soares, enviou para o Tribunal Constitucional o pacote laboral que o governo de Cavaco Silva/PSD tentava impor e que foi chumbado pelo Tribunal Constitucional em Maio de 1988.

Só 14 anos depois, em 10 de dezembro de 2002, no tempo do governo PSD/CDS-PP liderado por Durão Barroso, houve uma nova greve geral, convocada pela CGTP e também pela UGT, contra as alterações à legislação laboral apresentadas pelo então ministro do Trabalho, António Bagão Félix.

A Greve Geral de 10 de dezembro de 2002 em Portugal foi convocada pela CGTP para contestar o novo Código do Trabalho proposto pelo governo PSD/CDS-PP, liderado por Durão Barroso.

As alterações à legislação laboral foram avançadas pelo então ministro Bagão Félix, gerando forte oposição sindical.

A CGTP estimou a participação de cerca de 1,7 milhões de trabalhadores. Paralisou setores fulcrais, desde os transportes até à saúde, ensino e administração pública.

Foi a primeira greve geral do século XXI em Portugal e a quarta desde a instauração da democracia em 1974

Na lista de motivos para esta paralisação estavam também revindicações de melhoria do poder de compra dos salários e de uma política fiscal mais justa e equitativa.

O governo  socialista, chefiado por José Sócrates, enfrentou uma greve geral em 30 de maio de 2007 contra a revisão ao Código do Trabalho de Bagão Félix que, na ótica dos sindicatos, seria alterado para pior, com maior flexibilidade de horários e a eliminação de alguns passos do processo de despedimento.

A Greve Geral de 30 de maio de 2007 foi convocada pela CGTP-IN em protesto contra as políticas económicas e laborais do Governo liderado por José Sócrates.

Foi a primeira greve geral com o Partido Socialista (PS) no poder e registou uma forte adesão, estimada pelos sindicatos em mais de 1,4 milhões de trabalhadores.

As principais reivindicações e motivos que levaram à paralisação nacional incluíram:

Combate ao aumento da precariedade laboral tanto no setor privado como na administração pública.

Defesa dos direitos individuais e coletivos contra o que os sindicatos consideravam ser uma degradação das condições de trabalho.

Exigência de uma mudança nas políticas de distribuição de riqueza e nos serviços público

A denúncia e combate da ‘flexisegurança’ estiveram igualmente na origem da marcação desta greve geral – a primeira das duas que Sócrates enfrentaria enquanto chefe do executivo.

Trabalhadores portugueses dos setores público e privado devem responder de forma massiva na quarta-feira, 24.11.2010, a uma convocação de greve geral feita pelos dois principais sindicatos do país, unidos pela primeira vez em 20 anos para denunciar a austeridade imposta pelo governo sob pressão dos mercados.

Após os importantes movimentos sociais vividos por Grécia, Espanha e França, agora será a vez de Portugal, onde os sindicatos esperam "a maior greve da história" do país.

"A mobilização dos trabalhadores é enorme", garantiu na segunda-feira o secretário-geral do principal sindicato, CGTP, Manuel Carvalho da Silva.

No momento em que Portugal aparece como potencial novo alvo dos mercados e pode ser obrigado a solicitar uma ajuda financeira externa, assim como Grécia e Irlanda, o líder sindical instou o governo socialista de José Sócrates a rejeitar "a chantagem dos agiotas internacionais" e sua "receita de sacrifícios".

O Parlamento português prepara-se para votar de forma definitiva na sexta-feira um orçamento de austeridade sem precedentes, para cortar o déficit de 7,3% para 4,6% do PIB.

Este plano de ajuste inclui a diminuição de salários, alta de impostos e diminuição de benefícios sociais. Sua aplicação daria lugar a uma forte queda do poder aquisitivo em um país onde o salário mínimo é inferior a 800 euros.

"É inaceitável que os trabalhadores façam praticamente todos os sacrifícios", denunciou, por sua vez, João Proença, da UGT, central sindical historicamente próxima ao Partido Socialista.

"Não se pode aceitar que a primeira, segunda e terceira prioridade de Portugal seja seu déficit", acrescentou o sindicalista, lembrando que o índice de desemprego está em 10,9%.

Vários sindicatos se alinharam atrás da CGTP e da UGT e são anunciadas greves nos bancos, na imprensa, no setor petroleiro e nos transportes.

Por este motivo, foram cancelados mais de 500 voos. Os portos de Lisboa e Setúbal também podem ser paralisados.

Os deslocamentos serão muito complicados na capital, onde não está previsto nenhum serviço mínimo garantido nos transportes.

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O líder dos sindicatos europeus, o britânico John Monks, chegou na segunda-feira a Lisboa para "ajudar na preparação" da manifestação e previu "muita agitação e greves gerais nos próximos meses" na Europa.

Afetado por um crescimento frágil nos últimos anos, Portugal possui uma dívida pública de 161 bilhões de euros (cerca de 220 bilhões de dólares), ou seja, mais de 82% de seu PIB.

O combate à “exploração e empobrecimento” foi o mote geral das quatro greves gerais realizadas durante o governo de Passos Coelho, com a última, em 27 de junho de 2013, a juntar ao lema a expressão “Governo, rua!”.

Greve Geral de 24 de novembro de 2011): Convocada pela CGTP e UGT contra o aumento do horário de trabalho, cortes salariais e o Orçamento de Estado para 2012.

Greve Geral  de 22 de março de 2012 juntou novamente as duas centrais sindicais contra a alteração à lei do trabalho (facilitação de despedimentos e banco de horas) e exigindo uma mudança na política económica.

Greve Geral de 14 de novembro de 2012 realizada no âmbito de uma greve europeia, focou-se no protesto contra o agravamento das medidas de austeridade.

Greve Geral de 27 de junho de 2013 promovida pela CGTP e com forte adesão, teve como mote a exigência da demissão do Governo e a realização de eleições antecipadas.

Com estas quatro paralisações em apenas dois anos de governação, Passos Coelho tornou-se o Primeiro-Ministro que mais greves gerais enfrentou na história da democracia portuguesa

A 03.06.26 houve Greve Geral a e no santo  dia da eucaristia de novo a manipulaçao dos numeros agora sobre esta greve geral a mostrar como os tais lusos patroes nao empresarios ( até na Coreia do Sul eles existem) nao entendem que ninguem acredita em numeros “ de produtividade” com 30% da economia fora das fontes oficiais!

É triste acompanhar ã degradaçao dos lusos media oficiais!