As novas revelações do Intercept Brasile de outros media obrigaram o candidato a voltar ao tema.
A campanha de Flávio era feita para que os EUA resolvessem o seu drama so que agora, além de ter que justificar sua relação financeira com o autor da maior fraude da história do Brasil, Flávio precisa explicar também por que o governo estadunidense anunciou um aumento da tarifa e atacou o Pix poucos dias da sua visita à Casa Branca.
O ataque norte-estadunidense ao Pix e o aumento das tarifas imposto aos produtos brasileiros certamente ocorreria com ou sem a visita de Flávio.
Os filhos de Bolsonaro, junto do golpista hereditário Paulo Figueiredo, não tem tanta moral assim no governo dos EUA
Mais proximos do secretário de estado cubano estadunidense Marco Rubio, estão ainda assim longe de influenciar a política externa dos EUA.
Já faz tempo que os Bolsonaros conspiram contra o Brasil.
No ano passado, Eduardo Bolsonaro e Figueiredo admitiram que o aumento das tarifas para o Brasil como retaliação à condenação do criminoso Jair Bolsonaro foi discutido com o governo Trump.
Desesperado com a repercussão negativa, inclusive dentro da sua própria base, Eduardo voltou atrás e passou a dizer que jamais se discutiu isso.
Mas eles não aprendem com os erros do passado. Agora, com o novo aumento tarifário e o ataque direto ao Pix — que é uma paixão nacional — Flávio se deparou com uma nova onda de reação negativa nas redes.
Um levantamento feito pela AtivaWeb Datalab revelou que, das 15 milhões de interações sobre o assunto, 78% foram de "sentimento negativo" contra Trump e a família Bolsonaro e a humilhação na Casa Branca, tratada com uma solução eleitoral, virou um peso para a campanha. O apelido "Tariflávio” pegou forte e tem alto potencial de estrago.
Para tentar conter danos, Flávio enviou uma cartinha a Marco Rubio implorando para que ele reveja o aumento das taxase parece que se tratou de uma jogadinha ensaiada: Flávio pede e depois Rubio retira o aumento das tarifas.
O governo Lula trata a questão com diplomacia e altivez, Flávio suplica por uma migalha de ajuda de maneira patética.
A cartinha parece ter sido escrita de joelhos. Ora, o Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo, e Flávio insiste em tratá-lo como uma republiqueta das bananas à beira da falência.
Esse vício pela humilhação diante dos EUA está a pegar mal até entre os “patriotas", que vão ter dificuldades de manter a bandeira do patriotismo durante a campanha eleitoral.
Mais uma vez, Flávio tentou consertar um problema e voltou com dois.