Pretendem segundo a Folha de S. Paulo, a avaliação das sanções impostas ao juiz  Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o impacto da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.

O objetivo do grupo bolsonarista é convencer membros  da Casa Branca e do Departamento de Estado a ampliar o alcance das punições.

Por ora, a recomendação é que não sejam incluídos outros juizes  do STF nem parlamentares, mas há estudos para atingir a advogada Viviane Barci, esposa de Moraes, e membros do governo Lula, com medidas que poderiam restringir a entrada deles em território americano.

Figueiredo e Eduardo Bolsonaro alargaram a rejeição e têm direcionado críticas aos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Mas, “A gente entende que, neste momento, seria contraproducente aplicar sanções contra os presidentes das Casas porque há pautas importantes no Congresso, que são o fim do foro privilegiado e a questão possivelmente da anistia”, afirmou Figueiredo.

A  estratégia de adiar novas sanções também mira outros juizes  do STF, aguardando, primeiro, a conclusão do que consideram ser a aplicação integral da Lei Magnitsky contra Moraes.