As autoridades americanas não forneceram uma estimativa nacional do público.
Esta foi a terceira vez em menos de um ano que os estadunidenses foram às ruas como parte de um movimento popular chamado "No Kings" (Sem Reis), o meio de expressão mais vocal e visual de oposição a Trump desde que ele iniciou seu segundo mandato em janeiro de 2025.
Em Nova Iorque, a cidade mais populosa dos Estados Unidos, dezenas de milhar de manifestantes se reuniram, incluindo o ator vencedor do Oscar Robert De Niro, um crítico frequente de Trump, que chamou o presidente de "uma ameaça existencial às nossas liberdades e segurança".
"Nenhum país pode governar sem o consentimento do povo", disse à AFP Marc McCaughey, um veterano militar de 36 anos, em Atlanta, onde milhares de pessoas compareceram ã manifestação.
“Estamos aqui porque sentimos que a Constituição está ameaçada de diversas maneiras. As coisas não estão normais. Não estão bem.”
Na cidade de West Bloomfield, em Michigan, perto de Detroit, as pessoas enfrentaram temperaturas abaixo de zero para protestar.
E na capital dos EUA, Washington, milhares de manifestantes — alguns carregando faixas com os dizeres "Trump tem que sair agora!" e "Lutem contra o fascismo" — se reuniram no National Mall.
“Ele continua mentindo, mentindo e mentindo, e ninguém diz nada. É uma situação terrível em que nos encontramos”, disse Robert Pavosevich, um aposentado de 67 anos, à AFP.
Como se vê nos EUA luta-se contra o trumpismo enquanto que por cá se cede !