O lider da Autoridade Palestina, Abbas estava planear viajar para Nova York para a Assembleia Geral na sede da ONU em Manhattan.
Também estava programado que ele participasse de uma Cimeira no local organizada pela França e pela Arábia Saudita onde Reino Unido, França, Austrália e Canadá se comprometeram a reconhecer formalmente um Estado palestino.
O gabinete de Abbas disse que ficou estupfacto com a decisão sobre o visto e argumentou que ela violava o "acordo de sede" da ONU.
Sob um acordo da ONU de 1947, os EUA são em geral obrigados a permitir o acesso de diplomatas estrangeiros à ONU em Nova York.
Os EUA de Trump decidiram que podem negar vistos por motivos de segurança, terrorismo e política externa reiterando as alegações estadunidenses e israelitas de longa data de que a AP e a OLP não haviam repudiado o extremismo enquanto pressionavam pelo "reconhecimento unilateral" de um Estado palestino.
"É do nosso interesse de segurança nacional responsabilizar a OLP e a AP por não cumprirem seus compromissos e por minarem as perspectivas de paz", disse o Departamento de Estado.
Representantes da Autoridade Palestina, que tem autonomia limitada em partes da Cisjordânia ocupada por Israel, rejeitam a alegação de que eles tenham minado as perspectivas de paz.
O Departamento de Estado disse que a missão da Autoridade Palestina na ONU, composta por funcionários que estão permanentemente baseados lá, não seria incluída nas restrições.
Eis o retorno ao tempo selvatico sem regras globais e sem uma autoridade que as ptoteja e incentive!
Que raio de liberais existem em Portugal!