É tempo de ostracizar os EUA de Trump: arbitro somali proibido de entrar nos EUA ?

Omar Abdulkadir Artan, que deveria ser o primeiro somali a arbitrar jogos do Mundial 2026 de futebol foi proibido de desenvolver a sua atividade profissional nos EUA neste Mundial de futebol pelo regime protofascista trumpista 

Nós amamos os EUA de Washington, o lider revolucionário anti colonialista!

Nós amamos os EUA deAbraham Lincoln o lider anti esclavagista

Nós amamos o presidente Roosevelt e a sua politica trabalhista keynesiana e anti nazi

Nós respeitamos a politica de defesa dos Direitos Humanos de John e Bob Kennedy

Mas é impossivel confundi-los com os Johnson, os Reagan, os Bush, os Trump todos eles agentes dos muito poderosos globais

Os 50 mais ricos do mundo são predominantemente dos Estados Unidos, destacando-se Mark Zuckerberg (Meta / Facebook)

Jeff Bezos (Amazon)

Larry Ellison (Oracle)

Warren Buffett (Berkshire Hathaway) que concentram a grande maioria da lista (cerca de 70% a 80% do top 50, incluindo os primeiros lugares)

Como é possivel que um jovem simples arbitro da Somália seja proibido de entrar nos Estados Unidos?

Como é possivel que só o Governo Somali peça explicações em 48?

Sozinho o governo da Somália considerou esta terça-feira "lamentável" a proibição de entrada nos Estados Unidos imposta a Omar Abdulkadir Artan, e exigiu explicações.

Num comunicado, o ministério de Juventude e Desporto da Somália, declarou que está a trabalhar em articulação com o ministério dos Negócios Estrangeiros para "através da via diplomática" falar com "as autoridades competentes dos Estados Unidos e da FIFA para obter uma explicação clara sobre o assunto".

"Toda esta situação é lamentável" refere o comunicado, acrescentando que Artan "tem sempre representado o pais e o desporto somali com profissionalismo".

O comunicado do governo Somali considerou a chamada de Artan ao Mundial 2026, que começa na quinta-feira, "um motivo de orgulho para todos os somalis e reflete o crescimento sustentado do desporto no país".

Omar Abdulkadir Artan, de 34 anos, citado no comunicado, agradece "à família do futebol" as mensagens de apoio recebidas, e deseja "muito sucesso" a todos os colegas que estarão no Mundial.

"Apesar das circunstâncias, manteno uma atitude positiva e estou centrado nos próximos desafios da minha carreira como árbitro", afirma.

A FIFA confirmou que o árbitro Omar Abdulkadir Artan não poderá treinar ou apitar jogos do Mundial2026, depois de lhe ter sido negada a entrada nos Estados Unidos e tevr a lata de se quedar num "não interfere nos procedimentos de imigração do país anfitrião, incluindo a concessão de vistos", e que foi informada pelas autoridades de que "a situação do senhor Artan não será alterada neste momento".

Omar Abdulkadir Artan somali e muçulmano foi eleito  árbitro masculino do ano pela Confederação Africana de Futebol em 2025, Omar

Nas redes sociais, costuma posicionar-se  criticamente às situações políticas vividas no seu país.

Na última semana, criticou uma operação de segurança na Somália contra o grupo terrorista al-Shabaab, filiado  à Al-Qaeda, e  que atacou também zonas civis, segundo Omar.

"Alguns deles não são aqueles que confiaram no país e se recusaram a ouvir tudo o que lhes foi dito; são aqueles que o abandonaram. Alguns são os que matam e outros os que destroem os negócios enquanto lutam por interesses pessoais. Políticos, obrigado e aproveitem as lágrimas e a decepção da juventude somali que ama seu país", escreveu ele.

Omar em  2025, apitou a final da Champions League da Áfric e  na final deste ano, participou da comissão de arbitragem, dirigindo a equipe.

Ele também seria o primeiro somali a apitar uma partida de Mundial e já havia sido primeiro de seu país a arbitrar uma Copa Africana de Nações.