O Ministro George Santoro realça  o avanço da malha rodoviária, as obras na BR-158 e a ampliação dos investimentos em infraestrutura

Por isso o  governo federal brasileiro irá  investir cerca de biliões de reais na recuperação e manutenção da malha rodoviária brasileira em 2026.

Este valor representa uma forte ampliação dos recursos destinados à infraestrutura de transportes nos últimos anos.

A informação foi apresentada pelo ministro dos Transportes, George Santoro, nesta terça-feira, 9.06, durante a participação no programa Bom Dia, Ministro.

Conforme  informações da Agência Gov, via Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o ministro atribuiu a melhora das condições das rodovias federais ao aumento dos investimentos realizados desde 2023, após a retomada das obras e contratos de manutenção em diversas regiões do país.

Para  Santoro, os recursos destinados à conservação das estradas cresceram desde o início do atual governo.

“A gente passou no país quase oito anos com poucos investimentos em infraestrutura. ….Quando o presidente Lula voltou ao governo, a gente multiplicou por três o valor de recursos. A gente tinha para manutenção cerca de R$ 2,5 biliões por ano, no máximo R$ 3 biliões. Passamos para R$ 8 biliões (em 2023), chegamos até R$ 10 biliões em 2024. Este ano, vamos ter cerca de R$ 15 biliões. É uma mudança muito grande”, afirmou.

Os reflexos dos investimentos já podem ser observados na qualidade da infraestrutura rodoviária.

Segundo ele, a parcela da malha considerada em condições ótimas ou boas aumentou de forma expressiva nos últimos anos.

Santoro também acentuou  que a segurança viária é um dos pilares da estratégia de modernização da infraestrutura nacional.

“Para projetar o Brasil para o futuro, a gente precisa ter uma logística, uma infraestrutura de transporte que seja segura e que as pessoas saibam que seu familiar vai entrar numa rodovia e que vai chegar vivo do outro lado”, disse.

Mas ainda existem desafios em alguns estados, citando Minas Gerais como exemplo. “Ainda temos que melhorar em alguns estados, como, por exemplo, Minas Gerais, porque Minas Gerais não tinha nem metade da sua malha coberta com contrato de manutenção. A gente teve que fazer os contratos, fazer projetos, isso leva um tempinho. A gente está melhorando para entregar um Brasil muito melhor do que recebeu”, acrescentou.