O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos seus apoiantes levou à exaltação de Donald Trump e, mais recentemente, a uma declaração polémica de um norte-americano, Jason Miller, conselheiro de Trump.
Miller atacou diretamente o juiz Alexandre de Moraes, relator da ação penal, ao escrever:
"Seria sensato que Alexandre de Moraes, do STF, soubesse que os Estados Unidos não negoceiam com terroristas."
A resposta de Moraes foi firme e clara:
"A soberania nacional não pode, não deve e jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida, pois é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, previsto na Constituição. Esta Corte sempre será absolutamente inflexível na defesa da soberania nacional, da democracia e da independência do Judiciário."
E deixemos aqui o CV deste “estrategista” no Wikipédia, para que nao digam que inventamos,
“Em 2017, tornou-se comentarista na CNN,[6] mas deixou o cargo em 2018 após alegações não comprovadas publicadas pelo site Gizmodo, incluindo a acusação de que ele teria dopado a bebida de uma dançarina erótica com medicamento abortivo. Tanto Miller quanto a outra pessoa envolvida negaram as acusações sob juramento em tribunal federal.Em documentos judiciais divulgados posteriormente, relacionados a um processo de difamação movido por Miller contra o Gizmodo, ele admitiu ter contratado prostitutas e mantido casos extraconjugais com duas funcionárias da campanha.
Em março de 2021, passou a ser comentarista na Newsmax.
Em junho de 2021, deixou o cargo de porta-voz de Trump para assumir como CEO do Gettr, uma rede social de microblogging com perfil consumidor.
Em 2023, Miller saiu do Gettr para se juntar à campanha presidencial de Trump em 2024. “