Os juízes envolvidos no processo são Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Luiz Fux e Flávio Dino.

Este é um procedimento normal em qualquer Estado de direito. Basta recordar casos semelhantes, como o de Nicolas Sarkozy, em França, ou o de José Sócrates, em Portugal.

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos seus apoiantes levou à exaltação de Donald Trump e, mais recentemente, a uma declaração polémica de um norte-americano, Jason Miller, conselheiro de Trump.

Miller atacou diretamente o juiz Alexandre de Moraes, relator da ação penal, ao escrever:
"Seria sensato que Alexandre de Moraes, do STF, soubesse que os Estados Unidos não negoceiam com terroristas."

A resposta de Moraes foi firme e clara:
"A soberania nacional não pode, não deve e jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida, pois é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, previsto na Constituição. Esta Corte sempre será absolutamente inflexível na defesa da soberania nacional, da democracia e da independência do Judiciário."

E deixemos aqui o CV deste “estrategista” no Wikipédia, para que nao digam que inventamos,

“Em 2017, tornou-se comentarista na CNN,[6] mas deixou o cargo em 2018 após alegações não comprovadas publicadas pelo site Gizmodo, incluindo a acusação de que ele teria dopado a bebida de uma dançarina erótica com medicamento abortivo. Tanto Miller quanto a outra pessoa envolvida negaram as acusações sob juramento em tribunal federal.Em documentos judiciais divulgados posteriormente, relacionados a um processo de difamação movido por Miller contra o Gizmodo, ele admitiu ter contratado prostitutas e mantido casos extraconjugais com duas funcionárias da campanha.

Em março de 2021, passou a ser comentarista na Newsmax.

Em junho de 2021, deixou o cargo de porta-voz de Trump para assumir como CEO do Gettr, uma rede social de microblogging com perfil consumidor.

Em 2023, Miller saiu do Gettr para se juntar à campanha presidencial de Trump em 2024. “