3 Fevereiro, 2023

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A sra Leyen é juiz, é parlamentar e executa? Isso chama-se ditadura, sra Leyen!

E diz ela, “ Estamos a propor a criação de um tribunal especializado, apoiado pelas nações unidas, para investigar e acusar a Rússia do crime de agressão”, anunciou a presidente da Comissão Europeia, e diz que se vai bater pelo “mais amplo apoio possível” na comunidade internacional.

Tudo porque a presidente da Comissão Europeia entende que a Rússia deve também pagar financeiramente pela devastação provocada na Ucrânia, ao que fizemos a Federação Russa, a UE, o Reino Unido e os EUA, sendo que a distribuição de responsabilidades deve corresponder ao grau de empenhamento na guerra país a país na UE também !

E diz ainda a sra Leyen, “Os estragos sofridos pela Ucrânia estão calculados em 600 mil milhões de euros”, afirmou. “A Rússia e os seus oligarcas tem de compensar a Ucrânia pelos estragos e cobrir os custos da reconstrução do país”, defendeu Von der Leyen, assegurando que a União Europeia dispõe dos meios para atuar a nível financeiro…como tem meios? A decisão é política ou judicial perguntamos nós!?

Alguém que explique à sra Leyen que não se pode ser juiz em causa própria nem querer em Democracia ser juiz, primeiro ministro e parlamentar ao mesmo temo ! Isso acontece nas ditaduras !

“Bloqueámos 300 mil milhões de euros das reservas do Banco Central da Rússia. E, congelámos 19 mil milhões de euros da oligarcas russos. No curto prazo, podemos criar com os nossos parceiros uma estrutura para gerir estes fundos e para os investir e usaremos os rendimentos para a Ucrânia”, afirmou a presidente do executivo comunitário, perspectivando que “quando forem levantadas as sanções, este dinheiro deva ser usado e assim a Rússia pagará a total compensação”, e sendo parte da guerra como pode querer ser parte na gestão da guerra?

Entretanto ao entrar na reunião do Conselho do Atlântico Norte que vai juntar hoje e quarta-feira ministros dos Negócios Estrangeiros no Palácio do Parlamento, na capital da Roménia, João Gomes Cravinho salientou que haverá apoios concretos a serem debatidos numa reunião ao nível dos ministros da Defesa, mas garantiu que Portugal vai reforçar o seu contributo no âmbito do “quadro de conjunto de apoios que a NATO está a oferecer à Ucrânia”, isto é sem ter havido decisão para ser parte na guerra inter eslavos lá vamos nós pagar?

Questionado sobre medidas em concreto, Cravinho respondeu: “Falarei disso dentro da reunião.”

E deixando mais dúvidas pois António Costa já dissera que era contra alargamentos da UE afirmou, “Essa posição, essa postura, em relação de Ucrânia, à Geórgia, à Moldávia mantêm-se, portas abertas da NATO, e Portugal tem sempre apoiado claramente essa posição que é tanto mais importante hoje quando temos um cenário de ataque da Rússia à Ucrânia”, estranho, mesmo muito estranho !

Foto de destaque: visualhunt