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Reestruturação do sistema de transportes

por Joffre Justino

“Luanda é uma cidade com mais de um milhão de habitantes, daí que é recomendável que tenhamos um sistema de transporte de massa. E como sabemos, temos ainda limitações em termos da realização de inves- timentos ao ponto de termos sistemas de alta capacidade”, precisou o secretário de Estado para os Transportes.

As operadoras que, do ponto de vista técnico-operacional, não oferecerem as condições vão deixar de funcionar no sistema de transporte urbano de passageiros na capital do país, advertiu, em Luanda, o secretário de Estado para os Transportes.

Jorge Bengui reuniu com o Governo da Província de Luanda (GPL), para apresentar um plano de medidas, a curto prazo, para a melhoria da mobilidade urbana em Luanda.

Luanda ainda enfrenta, entre vários problemas, a fraca operacionalização dos serviços das operadoras rodoviárias urbanas de transportes públicos que passam, também, pela dificuldade da circulação devido o congestionamento e degradação das vias.

Ainda a oferta em termos de transportes públicos, infra- estruturas rodoviárias, fis- calização rodoviária e ferroviária, entre outros que se traduzem nas grandes enchentes nas paragens e circulação deficitária mostram-se muito frágeis e Jorge Bengui garantiu que estão definidas acções de reestruturação profunda de concessão dos contratos com as empresas prestadoras de serviço urbano de transporte em Luanda.

As localidades do Zango, Centralidade do Sequele e outras, com aglomerados urbanos específicos terão no entender do governante, um tratamento diferente e local, no ponto de vista de transportes públicos.

Será lançado um concurso público para operadoras de transporte urbano de passageiros de Luanda e as empresas inte- ressadas deverão reunir as condições exigidas a serem definidas pela entidade contratante o que  foi anunciado pelo secretário de Estado para os Transportes, Jorge Bengui havendo que elencar infra-estruturas rodoviárias degradadas que podem merecer intervenção de forma prioritária, para facilitar a circulação e tráfego de passageiros.

Tais medidas serão consolidadas na próxima semana, sendo algumas já em curso, como, por exemplo, o aumento do número de autocarros em algumas vias.

Nas rotas que não têm transportes públicos, para dar solução a esta problemática será dada mais relevância aos órgãos de administração municipal para, no âmbito do trabalho a desencadear, definir as rotas que atendam a população.

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